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Um novo modelo de franquia irá ajudar refugiados instalados no Brasil

Uma empresa especializada em grãos glaceados e torrados, a Nutty Bavarian, fechou uma parceria com a Adus – Instituto de Reintegração do Refugiado – com o objetivo de proporcionar uma oportunidade profissional focada aos refugiados que estão vivendo no Brasil. Esta ideia serve de modelo e inspiração para as “franquias solidárias”, que busca ajudar principalmente esses refugiados, que na grande maioria das vezes, acabam ficando de fora das oportunidades do mercado de trabalho.

“O projeto com a Nutty Bavarian vai ao encontro da missão do Adus, que é a de promover a reintegração das pessoas em situação de refúgio no nosso país. Estamos muito felizes com a parceria”, explica o diretor geral do Adus, Marcelo Haydu, que fala sobre a franquia com muito orgulho pelo serviço prestado ao desenvolvimento econômico e social.

Segundo Adriana Auriemo, diretora da Nutty Bavarian, o objetivo é conseguir que os refugiados possam fazer parte dos franqueados da empresa, exercendo diversas operações que irão expandir cada vez mais a empresa, sendo uma delas os operadores de quiosques. A diretora também aponta para o modelo que será utilizado, e substituirá a taxa de franquia, sendo este valor já incluso no quiosque e nas ferramentas utilizadas na preparação do produto. Também serão instituídos preços mais baixos para atender o fornecimento de matéria prima para os franqueados refugiados, possibilitando assim um maior grau de produtividade e maiores oportunidade de firmarem o negócio a médio e longo prazo.

“É uma oportunidade deles começarem algo com suporte e acompanhamento, o que é um benefício enorme para quem vem de outro país, sem falar direito a língua, sem conhecer as regras do Brasil, sem o network tão necessário pra se ter um negócio próprio”, explica a diretora.

De acordo com a ONU – Organização das Nações Unidas -, em 2016 foram 65,6 milhões de pessoas que tiveram que deixar seus países de origem devido a conflitos, política, fome, falta de infraestrutura, entre outros motivos. O Brasil abriu as portas para a entrada de 9.552 imigrantes de acordo com os últimos dados, sendo eles de 82 nações diferentes espalhados por todo o país.

Novela Gustavo Scarpa finalmente chega ao fim

Depois de duas tentativas frustradas em 2017 o Palmeiras consolida a contratação de Gustavo Scarpa. O contrato é firmado para cinco anos, o meia tem apenas 24 anos e foi apresentado como mais um reforço para a temporada 2018. Gustavo Scarpa travou um briga judicial com o Fluminense clube que defendeu em 2017, do qual só conseguiu sair depois de muito conflito. Somente através de mandato Judicial conseguiu a sua liberação acertando com o Palmeiras. Transação que vai custar aos cofres da Palmeiras cerca de 23,5 milhões.

A direção do fluminense ainda não jogou a toalha e acredita numa reviravolta jurídica, acionou seu departamento Jurídico assim que tomou conhecimento da compra de Gustavo Scarpa pelo Palmeiras. O clube acredita numa reviravolta Jurídica que trará prejuízos financeiros ao Palmeiras.

O Fluminense não satisfeito com o mandato de segurança que o Scarpa conseguiu a menos de uma semana, esbraveja que não medira esforços para ganhar essa batalha. Fluminense afirma que já tem audiência marcada para o próximo dia 16. No caso de vitória do clube das laranjeiras, o Jogador voltará a ser do clube e o palmeiras terá que gastar um pouco mais pelo meia.

Desde o ano passado no final da temporada o atleta já demonstrava descontentamento com o clube das laranjeiras, por questões financeiras e também com um desafeto com os torcedores, o jogador não se apresentou na data marcada para o retorno do elenco que era no dia 3 mas sempre buscou um acordo amigável com o time, o que não conseguiu.

Na eminencia de sofrer problemas com a justiça, o Fluminense amortizou alguns débitos que estava ciente de ter com o jogador, mas não foi suficiente, o atleta entrou na justiça e conseguiu desvencilhar-se do clube.

Apesar da saída conturbada do Fluminense, Gustavo Sparca, não deixou de expressar a gratidão que tem pelo clube, faz uma declaração de agradecimento a todos os profissionais do Fluminense, reconhece a grandeza do mesmo que será sempre maior que qualquer atleta, mas rebate dizendo que esse fato não dá a instituição a prerrogativa de desrespeitar qualquer jogador.

Lembra dos sonhos que realizou durante a sua permanência no clube, mas não esquece todas as vezes que foi desrespeitado e os valores que tem a receber, ficando sempre calado para não expor seus superiores.

General Motors pretende criar frota de veículos autônomos sem volante e pedais

Um novo conceito de veículo autônomo foi apresentado pela General Motors no dia 12 de janeiro de 2018, onde o carro só pode dirigir de forma 100% autônoma. Esse fato é explicado pela simples razão do Cruize AV, modelo apresentado pela GM, não contar com volante e pedais, ferramentas necessárias para um condutor.

Segundo informações divulgadas pela própria GM, a montadora já fez um pedido ao governo dos Estados Unidos para testar o veículo nas ruas, sendo que essa autorização poderá começar a contar a partir de 2019, ano em que a montadora pretende concluir a fabricação de seu primeiro modelo totalmente autônomo.

A General Motors explicou que o modelo segue uma proposta que a empresa tem em criar uma frota com os modelos Cruise AV para atuar em serviços de transporte, algo bastante similar aos serviços do Uber. O prazo para que isso possa acontecer está próximo, a GM estuda que isso seja feito no próximo ano.

Em um comunicado, a General Motors explicou: “Ele não bebe e dirige, não usa o celular enquanto dirige, não fica triste ou cansado, nunca se distrai e não produz emissões”. O que a GM descreveu foi mais segurança no trânsito e menos emissão de gás poluentes no mundo.

Além do grande diferencial do veículo ser totalmente autônomo, a GM facilitou a interação entre o cliente e o prestador de serviço, que nesse caso é apenas o veículo. O cliente pode facilmente se comunicar com o veículo através de botões que foram instalados no que deveria ser o painel do veículo. Embora o veículo funcione de forma totalmente autônoma, a GM não informou se o carro será conduzido com a presença de alguém além dos passageiros.

Até o momento, nenhuma empresa conta com um sistema 100% autônomo, ou seja, que não permita a interferência humana durante a condução. Os modelos atuais contam com sistemas semi autônomos, que podem ser ligados e desligados a qualquer momento pelo condutor.

O novo modelo da GM segue uma linha do modelo Bolt que já é vendido nos Estados Unidos dentre o segmento de veículos elétricos. Esse primeiro veículo da GM passou nos testes nas ruas de São Francisco, nos Estados Unidos. Contudo, a primeira versão do modelo contou com um volante e pedais para que os usuários pudessem utilizá-los em caso de emergência.

Agravamento da ansiedade pode indicar Alzheimer em pessoas mais velhas

Uma nova pesquisa publicada pelo “The American Journal of Psychiatry”, associou o agravamento de sintomas causados pela ansiedade em pessoas adultas como um sinal de alerta para o desenvolvimento do Mal de Alzheimer. Segundo a pesquisa, esse agravamento da ansiedade pode servir como uma espécie de aviso para que os especialistas possam identificar o início do Alzheimer.

Os pesquisadores responsáveis pelo estudo identificaram que a beta amiloide, proteína associada ao Alzheimer, torna os sintomas da ansiedade mais significativos. Ou seja, quanto mais essa proteína é fabricada no corpo mais forte se tornam os sintomas da ansiedade.

Os cientistas descobriram em um outro estudo que essa proteína atrapalha a comunicação entre os neurônios, o que funciona como um gatilho para a perda de memória, que é um dos primeiros sintomas do Alzheimer. A proteína causa a má comunicação entre os neurônios e leva a pessoa a desenvolver a demência.

A atual descoberta feita por cientistas da Brigham and Women’s Hospital, localizada nos Estados Unidos, evidência que a proteína também causa outros tipos de distúrbios quando é fabricada em excesso pelo corpo. Dentre esses distúrbios neuropsiquiátricos está a piora dos sintomas da ansiedade.

Sendo assim, os cientistas concluiram que essa descoberta reforça a ideia de que uma piora da situação psiquiátrica de um paciente em idade mais avançada pode estar associada ao desenvolvimento do Alzheimer.

Para a pesquisa, os cientistas contaram com a ajuda de 270 indivíduos, sendo eles homens e mulheres com cognição normal na faixa etária de 62 a 90 anos de idade. O estudo acompanhou esses participantes por cinco anos.

Outros estudos relacionados já identificaram que a depressão é um sinal de desenvolvimento do Alzheimer quando a pessoa possui uma idade mais avançada. Segundo o estudo sobre a depressão, o sinal para o desenvolvimento da doença pode vir em 10 anos antes da doença de fato ser diagnosticada.

A conclusão atual evidencia que há uma possibilidade de diversos sintomas poderem ser utilizados como sinais para o desenvolvimento do Alzheimer, como é o caso do agravamento das doenças neuropsiquiátricas já comprovados por estudo, como a depressão e agora a ansiedade.

 

Sistema Alto Tietê registra volume de chuva abaixo da média em 2017

A Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, divulgou que o ano de 2017 terminou com um baixo registro de chuva nas represas responsáveis por integrar o Sistema Alto Tietê. Os dados da companhia revelaram que o volume de chuva esperado para a região em 2017 não foi alcançado. Segundo a Sabesp, dentro desses 12 meses de 2017, o acumulado do volume de chuva representou apenas 78% do que a companhia previu para o período.

Os dados indicaram que desde o dia 1º de janeiro de 2017, o volume de chuva registrado foi de 1.133,8 milímetros, sendo que a Sabesp havia previsto ao menos 1.447,6 milímetros. A Sabesp informou que 2017 foi o segundo ano consecutivo com registro de chuva abaixo da média histórica para o Sistema Alto Tietê. O registro de 2016 foi de 1.194,3 milímetros, o que significa 90,5% da média histórica já alcançada pelo sistema.

Em contrapartida, o ano de 2015 foi marcado por um volume maior de chuva, superando até mesmo a média histórica do sistema. Após a passagem da crise hídrica no estado de São Paulo, o ano de 2015 fechou com um volume de chuva 13% maior que a média histórica, ao todo, choveu 1.619,6 milímetros durante o período. Já em relação aos últimos três anos, o ano de 2017 teve o menor registro de volume de chuva em todo o Sistema Alto Tietê.

De acordo com os dados da Sabesp, em todo o ano de 2017, apenas cinco meses registraram volume de chuva acima da média histórica, sendo eles: abril, com 4% de chuva a mais; maio, com 34% de chuva a mais; junho com 9%; agosto com 26%; e o mês de novembro, que alcançou 39% e alcançou o maior nível em 2017 em relação a média histórica.

A Sabesp informou que o pior registro foi para o mês de julho de 2017, período em que as chuvas atingiram apenas 13% acima da média histórica. A previsão da Sabesp para julho era de que o volume de chuvas atingisse 48,5 milímetros ao longo de todo o mês. Contudo, o resultado foi de apenas 6,7 milímetros.

No último mês do ano, o registro de chuvas também ficou abaixo da média histórica. Segundo a Sabesp, dezembro atingiu apenas 94,3 milímetros de chuva dos 193 milímetros esperado para o período. Esse último registro representa uma parcela de 48% da média histórica para o mês de dezembro.

 

Estudo aponta que áreas oceânicas sem oxigênio quadruplicaram nos últimos 50 anos

Um estudo com publicação da revista Science, mostrou que nos últimos 50 anos as regiões oceânicas com nenhum oxigênio aumentaram. Desde 1950 as áreas costeiras, tais como estatutários e mares, lugares onde a concentração do elemento é baixa, cresceram dez vezes. Os cientistas alertam que conforme a temperatura no planeta aumentar a tendência é piorar, e ressalta que as consequências negativas não afetam somente a vida marinha.

O grupo de trabalho criado em 2016, o GO2NE, sigla em inglês para Rede Oxigênio Oceânico Global, com criação da Comissão Intergovernamental Oceanográfica das Nações Unidas, faz parte do estudo.

Os cientistas destacaram sobre os principais riscos para os oceanos e a sociedade, que é necessário para a saúde e produtividade das águas no planeta. O secretário executivo da Comissão Internacional de Oceanografia, Vladimir Ryabinin, ressalta que metade do oxigênio do planeta vem dos oceanos e lamenta as mudanças climáticas e os efeitos dos escoamentos terem aumentado de número e tamanho.

Zonas mortas dos oceanos são locais onde a concentração de oxigênio é tão baixa que os animais não conseguem sobreviver e acabam morrendo, como no Golfo do México. O problema vai muito além das zonas mortas, pois devido a falta de oxigênio os peixes não retornam aos seus habitat e ficam vulneráveis a pesca e a predadores. O crescimento dos animais também fica comprometido e atrapalha na sua reprodução causando doenças e podendo levar a morte.

O maior causador da falta de oxigênio nos oceanos são as mudanças climáticas. Devido ao aquecimento da água o elemento não consegue alcançar o interior do mar, além de que à medida que a massa aquática fica aquecida ela segura menos oxigênio.

A vida das pessoas na superfície do planeta vem sendo afetada, além da vida marinha. Os pescadores estão cada vez mais com dificuldades em encontrar locais para desenvolverem a pesca. Nas Filipinas o prejuízo econômico com a morte dos peixes foi de US$ 10 milhões. Os recifes de corais que eram um atrativo turístico em muitos países podem desaparecer.

Segundo os pesquisadores, o mundo precisa reagir focando nas principais causas, a poluição de nutrientes e as mudanças climáticas.

Presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, fala sobre a reforma da Previdência

Em uma entrevista recente, o executivo Luiz Carlos Trabuco Cappi discursou sobre suas opiniões em relação as expectativas econômicas e políticas em 2018, com destaque para a reforma na Previdência que está em pauta no Congresso Nacional, a qual é considerada por ele como a reforma que exige mais atenção atualmente. Para o presidente executivo do Bradesco, a aprovação dessa forma é fundamental para que o poder público aplique o conjunto de ações capazes de conter o teto dos gastos públicos.

Quando questionado sobre o assunto, Luiz Carlos Trabuco Cappi ressaltou que, apesar da reforma não ter sido votada em 2017, em meio a todas as turbulências políticas, ele acredita que o governo deverá tratar o tema relativo a Previdência como prioridade em 2018, trazendo esse tópico para votação ainda antes das eleições presidenciais.

Em caso de um cenário negativo à aprovação da reforma, o presidente executivo do Banco Bradesco opinou que isso poderia levar a um quadro de crescimento fora de controle dos custos de financiamento do Tesouro Nacional, situação esta que provocaria instabilidades ao cenário fiscal do país, o qual já demanda muitos cuidados no momento. Portanto, a aprovação da reforma tem sido vista como a melhor saída para impedir o surgimento de diversos problemas.

No que diz respeito a profunda crise econômica que atingiu o Brasil nos últimos dois anos, ele ressaltou que já é possível ter mais otimismo em relação ao país, especialmente devido a recente retomada dos investimentos e das operações de abertura do capital. Segundo Luiz Carlos Trabuco Cappi, o país possui características que tornam o Brasil um local interessante para os investidores, e nesse momento, o único fator que ainda tem segurado esses investidores são as instabilidades provocadas em um ano de eleições presidenciais.

Mesmo com as incertezas do cenário político em 2018, o executivo disse acreditar que a reforma não pode ser definida por ideologias políticas, e que deverá ser aprovada independente de qual candidato despontar como favorito na corrida eleitoral, tendo em vista que esse conjunto de alterações na Previdência possui uma grande importância para o Brasil atualmente.

Na liderança da instituição desde 2009, Luiz Carlos Trabuco Cappi entrou no banco em 1969, depois de receber seu diploma no curso de Filosofia na Universidade Estadual Paulista. No decorrer dos anos seguintes, o executivo passou por vários cargos distintos no banco, crescendo gradualmente na hierarquia da empresa. Nesse aspecto, uma de suas maiores promoções foi ter chegado ao posto de presidente do setor de seguros do Bradesco.

Com essa oportunidade em mãos, o executivo adotou uma série de mudanças nessa área, as quais deram ótimos resultados e renderam a ele vários prêmios e menções honrosas. Nessa época, o setor chegou a ultrapassar a marca de 30% do total dos lucros da instituição, um montante muito expressivo para a época.

Como presidente executivo do banco, Luiz Carlos Trabuco Cappi esteve à frente em momentos de grande destaque, como por exemplo, na compra do HSBC no Brasil, no ano de 2015, em uma transação que movimentou mais de US$ 5 bilhões.

 

NASA diz que as lavouras brasileiras ocupam apenas 7,6% do território no país

A Agência Espacial Norte-Americana – NASA , esteve presente em um evento em Berlim, na Alemanha, e informou que o Brasil ocupa 63,9 milhões de hectares em lavuras, ou seja, apenas 7,6% de todo seu território utilizados para o plantio. Os dados serão apresentados pelo ministro da Agricultura, Blairo Borges Maggi.

O cálculo realizado pela Embrapa Territorial em 2016 era de uma área de produção agrícola de 7,8%, ou seja 65,9 milhões de hectares. Em novembro os números registrados tinham um percentual menor, de acordo com o chefe da Embrapa Territorial, Evaristo de Miranda. Miranda que também é doutor em Ecologia e diz que essa diferença de 0,2% dos dados brasileiros com os norte-americanos é normal.

O país protege e preserva sua vegetação nativa em mais de 66% de todo seu território, segundo estudo da NASA, sendo que apenas 7,6% das terras são cultivadas.

O trabalho realizado em conjunto com a NASA e o Serviço Geológico dos Estados Unidos, explica Evaristo, fez um levantamento amplo que possui mapeamento e cálculo de áreas cultivadas no planeta monitoradas por satélites. O planeta Terra foi vasculhado durante vinte anos, de maneira detalhada através de imagens com alta definição, por pesquisadores da Global Food Security Analysis, que confirmam as informações da Embrapa.

A área de cultivo de hectare por habitante é de 0,01, e em países como a Arábia Saudita, Peru, Japão, Coréia do Sul e Mauritânia, nos países como Canadá, Península Ibérica, Rússia e Austrália, o número é de 3 habitantes por hectare.

No Brasil, essa área cultivada por habitante é de 0,3 hectares, e em países como a África do Sul, Finlândia, Mongólia, Irã, Suécia, Chile, Laos, Níger, Chade e México esse cultivo por habitante é entre 0,26 a 0,50.

A segurança alimentar no planeta também é apontado no levantamento da NASA, com medição de tamanho e cultivo até onde eles não são contínuos. As áreas de floresta não entram nesse cálculo, como os locais destinados ao plantio de eucalipto, levando em consideração apenas as lavouras.

Os países utilizam de 20% a 30% de suas áreas para plantio e o Brasil apenas 7,6% com muita tecnologia e profissionalismo.

 

China tem o maior evento de e-commerce do mundo

Todo mundo gosta de gastar consigo mesmo. Imagina se houvesse uma data especial para promover os gastos que alguém tem com si próprio? Pois é, essa data realmente existe, é conhecida como o Dia do Solteiro, e é comemorada na China, país com mais de 1,3 bilhão de habitantes.

No sábado, dia 11 de novembro, o site Alibaba que origem chinesa divulgou que as vendas feitas no festival de compras que realiza teve uma arrecadação de mais de 24 bilhões de dólares nas vendas pela internet da empresa. Com a campanha do site na China, o Dia do Solteiro se torna um forte festival para atrair compras no e-commerce a nível mundial. As vendas obtidas nesse dia conseguem superar os números registrados pelos dois festivais norte-americanos Black Friday e Cyber Monday.

O Dia do Solteiro foi criado há 10 anos e estimula as compras entre as pessoas que não estão se relacionando com ninguém, como se fosse um presente para si mesmo.

No ano de 2009, o site Alibaba viu a oportunidade que a data festiva gerava e tornou o dia um potencial motivador para elevar o número de vendas online da empresa. Depois de alguns anos, o festival de compras se tornou um dos mais importantes festivais de e-commerce do mundo. Esse tipo de evento traz resultados expressivos que podem verificados nos números de vendas de forma remota, o que estimula ainda mais o comércio nessa época.

As vendas se iniciaram depois de um típico evento com artistas famosos mundialmente conhecidos, como atores e atrizes de Hollywood, músicos e artistas nacionais que confirmaram presença no evento e chamaram a atenção de diversos consumidores da empresa chinesa.

Depois da meia-noite, as compras online começaram. Em menos de 24 horas o Alibaba já registrava mais de US$ 10 bilhões em vendas.

As compras digitais para serem devidamente entregues precisam de um exército de pessoas e robôs que devem empacotar mais de 1,5 bilhões de pacotes para as entregas em até seis dias. Joseph Tsai, cofundador e vice-presidente de conselho da Alibaba, afirma que é um grande dia para a economia do país.

 

Ricardo Tosto informa sobre o possível aumento dos investimentos estrangeiros na aviação

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Em tempos de crise, as viagens costumam ficar relegadas a segundo plano como estratégia para se evitar que o dinheiro escoe e falte paras as despesas necessárias. Além disso, outros acontecimentos podem fazer com que o brasileiro viaje menos, sobretudo aqueles de natureza financeira. Ricardo Tosto, advogado e empresário que fundou o escritório Leite, Tosto e Barros, ressalta que as oscilações do dólar também podem inibir o ensejo das pessoas para gastos com turismo, uma vez que a valorização da moeda pode encarecer muito o orçamento de cada uma.

Para que o turismo seja estimulado e retome seu nível de crescimento no país, algumas medidas podem ser adotadas, já que a preocupação com o setor costuma ser recorrente devido sua representatividade para a economia. Os investimentos, conforme reporta Ricardo Tosto, são algumas das atitudes que os governantes costumam estimular a fim de aquecerem o setor. Embora o Brasil já conte com um percentual de investidores internacionais, discussões sobre uma maior abertura para o capital estrangeiro têm ocorrido com maior frequência, destaca o advogado.

Ricardo Tosto informa que no país, cerca de 20% do total de investimentos na área de aviação já são representados por empresas estrangeiras. Autoridades esperam que esse percentual seja aumentado para 49% para as próximas transações do segmento. Com essa maior participação dessas instituições, além de suscitar o crescimento dos serviços prestados por empresas de aviação nacionais, o estímulo à vinda desse tipo de capital poderá trazer melhorias para diversos outros segmentos, destaca o representante da Leite, Tosto e Barros, com base no que esperam os especialistas do setor.

Dyogo Oliveira, ministro da pasta da Fazenda em 2016, disse em entrevista à Folha de São Paulo no mesmo ano, que os investimentos estrangeiros em maior volume trariam grandes vantagens ao setor da aviação. Isso segundo a autoridade, só seria possível através de ações que fomentassem a entrada dessa modalidade de capital de maneira expressiva. Dessa forma, caso a iniciativa do governo gerasse os resultados esperados, a aviação nacional se tornaria ainda mais competitiva em suas atividades prestadas.

Nos últimos tempos, empresas do segmento aeroviário nacional perceberam perdas financeiras consideradas elevadas. Assim sendo, a ampliação da injeção de capitais estrangeiros foi vista como uma saída para que o segmento cessasse os sucessivos desgastes em suas receitas, salienta Ricardo Tosto. Autoridades da área apontam para um grande estreitamento dos laços entre empresas do ramo e seus respectivos investidores, tão logo a participação de estrangeiros comece a ser ampliada no Brasil, alerta o advogado da Leite, Tosto e Barros.

Em meio às discussões sobre se aumentar o percentual desses capitais, a questão da completa eliminação de limitações sobre a porcentagem adotada pelo governo foi levantada. Ricardo Tosto explica que isso, no entanto, não foi adotado pelos representantes do governo, uma vez que a soberania nacional estaria em xeque. Com isso, os 49% foram tratados como o nível mais indicado para se lidar com a situação econômica das companhias áreas sem que o país fosse de algum modo prejudicado pela participação ilimitada de estrangeiros nas empresas.