Monthly Archive: August 2017

Não existe obesidade saudável afirmam cientistas

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Mesmo com os resultados dos exames bons, as pessoas obesas têm risco de doenças cardiovasculares maiores do que as pessoas que estão com o peso correto. O aumento de risco de ataque cardíaco chega a ser 28% maior. Os pesquisadores de Imperial College London e da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, utilizaram dados de 500 mil pessoas em 10 países da Europa para demonstrarem que apesar de aparentar serem saudáveis as pessoas obesas têm riscos cardiovascularizares elevados.

O armazenamento da gordura no corpo sempre foi associado com alterações metabólicas entre elas a pressão alta, níveis de açúcar e colesterol aumentados. Estudos realizados anteriormente mostraram que apesar do peso existiam obesos com o metabolismo saudáveis. “Não existe mais esse conceito de obesidade saudável. Nosso estudo mostra que pessoas com excesso de peso que podem ser consideradas saudáveis, simplesmente ainda não desenvolveram um perfil metabólico não saudável, mas isso virá mais tarde”, afirma Ioanna Tzoulaki, da Escola de Saúde Pública do Imperial College London e uma das desenvolvedoras do estudo.

As informações vieram do banco de dados do projeto European Prospective Investigation on Cancer and Nutrition, que acompanhou sobre essa relação de excesso de peso e o risco de doenças coronária, que é uma condição em que o sangue que chega ao coração se torna insuficiente por causa do entupimento das artérias.

Após 12 anos de acompanhamento, 7,6 mil voluntários do EPIC apresentaram eventos cardíacos como ataque do coração e morte. Foram selecionados 10 mil voluntários do grupo para uma análise comparativa e eles possuíam peso normal e IMC (índice de Massa Corporal) entre 18,5 e 25. Nas definições da Organização Mundial da Saúde o IMC de 25 a 30 são de pessoas com sobrepeso e acima de 30 classificados como obesos.

Uma das principais autoras do estudo, Camille Lassale, do Imperail College London diz que: “Se um paciente está em sobrepeso ou obeso, todos os esforços devem ser feitos para que ele volte ao seu peso saudável”. O excesso de peso possui algum tipo de morbilidade física ou metabólica que faz com que o coração trabalhe mais no gerenciamento do sobrepeso.

Ancestral comum entre primatas e humanos pode ter sido descoberto

Uma nova descoberta feita por cientistas no Quênia, revelou uma espécie de ancestral comum entre nós humanos e os macacos. O estudo que foi publicado pela revista Nature no começo do mês de agosto, revelou que os primatas e os humanos tiveram uma espécie em comum na idade antiga.

O estudo sobre a nova espécie descoberta é uma realização do Turkana Basin Institute, que faz parte da Universidade Stony Brook, e com parceria da Anza College, as duas localizadas nos Estados Unidos. O relato dessa equipe de cientistas é de que o fóssil encontrado corresponde a um filhote de uma espécie de macaco. O mais notório disso tudo é que ele possui complexidade, e um crânio com formação completa.

Atualmente, os humanos são vistos em processo evolutivo mais próximo de alguns primatas, como os chipanzés, orangotangos, gorilas e gibões. No entanto, nenhuma outra espécie pareceu estar tão próxima quanto o novo fóssil encontrado. Nesse caso, o nosso antepassado que mais tem semelhança com os chimpanzés, viveu na África cerca de seis milhões de anos atrás. Foram a partir desses fósseis antigos que os cientistas identificaram o momento evolutivo dos seres humanos.

O atual fóssil de crânio encontrado foi analisado pela equipe de cientistas, que concluiu que o fóssil pertenceu a um macaco com apenas 16 meses de idade quando faleceu. Além disso, eles descobriram que a espécie encontrada era da família “Nyanzaptheucus”, ou também conhecida como “Nyanzaptheucus alesi”, onde “ales” faz referência a palavra “antepassado”.

Com a análise, os cientistas identificaram que o crânio possui tubos auditivos ósseos bem desenvolvidos como os de um humano. Além disso, essa característica também se assemelha muito aos primatas símios atuais. Outra característica que se assemelha a outros primatas é o focinho pequeno, que está presente no gibão.

O cientista do Hunter College, localizado em Nova York, nos Estados Unidos, Chris Gilbert, revelou: “A impressão inicial é que se trata de um gibão extinto. No entanto, nossas análises demonstraram que essa aparência não é exclusiva de gibões, pois estes evoluíram várias vezes entre outros parentes extintos de sua própria espécie”.

A conclusão foi de que a espécie encontrada é muito próxima a uma das espécies mais antigas dos seres humanos, e as duas espécies existiram na África.

 

Os destaques de Luiz Carlos Trabuco, presidente do Banco Bradesco

Luiz Carlos Trabuco iniciou carreira no Banco Bradesco em 1969, quando ainda tinha 18 anos de idade – o começou foi como escriturário, mas áreas como previdência privada e marketing foram duas pelas quais ele passou, por exemplo. Além de todos os outros escalões de hierarquia da empresa.

Em 1999, aos 47 anos, consolidou-se na vice-presidente da instituição bancária fundada por Amador Aguiar. Em 2003, o executivo também passou a acumular o cargo de chefe da Bradesco Seguros. Nesses dois cargos, ficou até 2009 – ano em que foi indicado pelo conselho de administração para liderar o banco a partir do mês de março. Luiz Carlos Trabuco foi sucessor de Márcio Cypriano.

Umas das primeiras ações do atual presidente da companhia bancária foi promover a criação de uma universidade corporativa. A intenção de Luiz Carlos Trabuco era buscar a renovação dos quadros de liderança, conversando com executivos de todos os escalões da instituição.

Em agosto de 2015 veio a oportunidade de o presidente garantir o Bradesco na briga pelas primeiras colocações no ranking de ativos – já que, quando ele assumiu o comando, lá em 2009, a instituição havia acabado de perder a liderança de mercado. Para isso, Luiz Carlos Trabuco, então, consolidou a compra da filial brasileira do HSBC por US$ 5,2 bilhões – no ano, foi o maior negócio no Brasil.

A respeito da transação, o executivo sobressaiu, na época – “Com o HSBC, conquistamos de uma vez o que demoraríamos cerca de seis anos para obter por meio do crescimento orgânico [ou seja, a melhora do desempenho interno da empresa]”. Essa compra também rendeu ao presidente o título de Empreendedor do Ano nas Finanças, dado pela ISTOÉ Dinheiro – uma revista brasileira de economia e negócios publicada pela Editora Três.

Outros destaques

Em 2009, Luiz Carlos Trabuco integrou a lista das 100 personalidades mais influentes do Brasil, publicada pela revista Época. Ele também já ganhou o troféu como Personalidade de Seguros do Ano duas vezes – em 2003 e 2007.

Ainda no início de 2015, o executivo foi cogitado por Dilma Rousseff, a então presidente do Brasil na época, para assumir o Ministério da Fazenda – no entanto, ele recusou o convite.

Luiz Carlos Trabuco é apenas o quarto a ocupar a cadeira de presidente no Banco Bradesco. Além dele e de Márcio Cypriano, também estiveram no comando o fundador Amador Aguiar e o seu sucessor Lázaro Brandão.

Trabuco nasceu em 6 de outubro de 1951 no município de Marília, mesma cidade de origem da companhia bancária que preside – o município fica na região Centro-Oeste Paulista.

O executivo formou-se pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FLCH–USP) e é pós-graduado em Sócio psicologia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).

 

As cavernas francesas estão recebendo mais turistas no verão

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No verão europeu, um imenso calor está castigando também a região sudeste da França, e vários turistas estão procurando escapar desse calor. O número de visitantes das cavernas localizadas próximas à região, tem aumentado de forma significativa, devido às temperaturas agradáveis encontradas nesse oásis natural.

Linda Benini, que é a administradora da Gruta de Saint-Marcel, que é uma caverna extraordinária que fica na região de Ardèche, comentou que as pessoas dizem que é maravilhoso poder aproveitar a temperatura amena que o local possui, fazendo cerca de 14°C, deixando os visitantes encantados.

Os turistas descem cerca de 150 metros para visitar as amplas galerias, onde piscinas naturais que foram formadas pela acumulação de vários minerais, sendo as únicas no continente europeu. Todo o passeio tem a duração de uma hora.

Como vários locais da  Europa , a região sudeste da França também está passando por uma onda de altas temperaturas, chegando próximas de 40°C, e esse ponto turístico, está apresentando um aumento de cerca de 10% no número de visitações.

Na gruta de Madeleine, em Saint-Remèze, Ardèche, também o número de visitantes vem aumentando. Ela também possui uma profundidade de 150 metros e no seu interior, uma temperatura amena de 15°C animam os turistas, já que esta caverna chega a receber até 600 pessoas por dia.

Mas os visitantes procuram essas cavernas, principalmente devido à grande beleza desses lugares, mas o tempo também está incentivando os turistas.

Em outro ponto muito procurado pelos turistas, está o maciço de Vercors, nos Alpes, que graças à sua altitude, as temperaturas ali são mais refrescantes e as cachoeiras desse lugar, também estão recebendo vários visitantes.

Em uma caverna perto de Lyon, a gruta de Choranche, também está recebendo cerca de trezentos turistas a mais a cada dia, chegando a totalizar até 1.400 turistas diariamente.

As cavernas de Balme que estão localizadas à uma distância de quarenta quilômetros de Lyon, utilizam as temperaturas altas que chegam quase a 40°C, para conquistar mais turistas, colocando no site e em redes sociais as temperaturas encontradas no interior das cavernas. No verão, o local chega a receber cerca de mais de quinhentas pessoas por dia.

Com essas altas temperaturas do sudeste da França, a ilha da Córsega teve ondas de calor, chegando a 42°C, em uma região chamada Sartène.

 

Sistema de proteção contra asteroide será utilizado pela Nasa

 

Pela primeira vez na história, um sistema de proteção contra asteroides será usado pela Nasa. Segundo a Agência Espacial Americana, diversos testes foram feitos até chegaram em um protótipo que pode proteger a Terra de ataques asteroides. O primeiro deles acontecerá ainda neste ano, contra um corpo celeste real.

Segundo os cientistas, o asteroide 2102-TC4, irá passar perto da Terra a uma distância de apenas 6.800 km. Embora o asteroide não ofereça riscos ao nosso planeta, os pesquisadores decidiram testar o invento para avaliarem o quanto pode nos proteger no futuro se algum asteroide ousar passar mais perto ou tentar colidir com a Terra.

Os astrônomos revelaram que o asteroide que irá se aproximar da Terra no dia 12 de outubro deste ano, tem entre 10 e 30 metros de largura, considerado pequeno entre os corpos celestes que existem. O asteroide em questão, só foi visto pelos telescópios no ano de 2012, quando ele chegou muito perto da Terra passando perto do planeta a uma distância ainda menor do que a que existe entre a Terra e a lua. Por ele ter estado tanto tempo distante, os cientistas ainda não conhecem muito sobre ele.

A data marcada para o primeiro grande teste real, também é comemorado como feriado aqui no Brasil. O dia 12 de outubro será o primeiro dia em que a Nasa fará um teste real onde irá tentar detectar e rastrear o asteroide. Para que isso funcione, a Nasa conta com a ajuda de diversos astrônomos espalhados pelo mundo, que devem colaborar com informações e dados coletados sobre o astro. Com isso, foi possível reunir uma vasta equipe com diversos laboratórios, universidades e observatórios que já estão aptos a participarem do projeto.

Com a intenção de proteger nosso planeta, a Nasa criou em 2014 o Planetary Defence Coordination Office, que pode ser traduzido para, Divisão de Coordenação de Defesa Planetária. Essa divisão tem o objetivo de detectar e analisar todos os potenciais riscos que existem no universo de colidir com a Terra.

Mesmo o TC4 não apresentando nenhum risco eminente a Terra, muitos pesquisadores já avaliam que os sistemas de proteção que existem ainda não são o suficiente para detectar e agir sobre um asteroide surpresa que aparecer em rota de colisão. Um desses pesquisadores foi o astrônomo do Centro Espacial Goddard da Nasa, Joseph Nuth. Ele disse ainda no ano passado, que os sistemas de proteção de detecção de asteroides são muito vagos. Por isso, um asteroide não detectado pelos cientistas, poderia causar uma série de problemas para o problema, especificamente porque ainda não há nada que possamos fazer em relação a ele.

Por isso o teste real pode ser um divisor de águas para os astrônomos, e assim eles poderão aperfeiçoar ou partir do zero em busca de um sistema bastante seguro para prevenir futuras colisões de corpos celestes.

 

Ricardo Tosto comenta sobre as cobranças de operações de crédito em atraso

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As operações de crédito passaram a ser realizadas sob novas regras. As mudanças decorrem da promulgação da resolução 4558, cujo texto dá orientações acerca dos encargos relacionados às instituições do segmento financeiro. Além das organizações que lidam com finanças, as sociedades que trabalham com arrendamento mercantil também foram afetadas com as normas instituídas, informa o advogado Ricardo Tosto, um dos sócios do escritório Leite, Tosto e Barros, situado na cidade de São Paulo.

A resolução também originou a revogação do mecanismo que coordenava as cobranças relativas à chamada “comissão de permanência”, que eram aplicadas quando da existência da condição de inadimplência. O dispositivo, entretanto, era justificado pelo aumento do volume de ativos ocasionados pelos devedores em detrimento ao montante de depósitos de natureza bancária, noticia o empresário Ricardo Tosto.

A medida começará a ser aplicada a partir do primeiro dia de setembro de 2017. Estima-se que toda vez que houver a possibilidade de se atrasar alguma obrigação, ou seja, quando existir a previsão iminente suspensão do pagamento, alguns encargos serão executados. Quando se desejar liquidar determinados títulos, o Conselho Monetário Nacional também irá dispor de atos próprios para sua operacionalização, salienta o advogado Ricardo Tosto.

Dentre as consequências elencadas pela resolução, o CMN destacou que haverá a cobrança de juros de ordem remuneratória, que serão tarifados diariamente sobre o valor que estiver sem o devido pagamento. Atendendo ao que estipula a legislação, o órgão anunciou que algumas multas poderão ser aplicadas. Já em relação às instruções da legislação civil, os juros de mora também serão recursos adotados pelo país, reporta o empresário do grupo Leite, Tosto e Barros.

O CMN, por sua vez, esboçou a intenção de diminuir o valor dos juros que incidirão sobre o montante em inadimplência. Espera-se que as taxas sejam as já anunciadas em contratos referentes à condição de adimplência. Sem a modificação desse percentual sobre as cobranças remuneratórias, o conselho espera não onerar demasiadamente aqueles que por alguma razão não conseguiram honrar com suas obrigações de pagamento, ressalta o advogado.

Com a divulgação de que tal resolução começará a vigorar em breve, administradores de algumas companhias financeiras almejam realizar algumas modificações em diversos contratos, de modo a se adequarem ao que diz a nova regra de cobrança. Espera-se que tais alterações ocorram em um período curto de tempo, já que a resolução entrará em vigor ainda no ano de 2017, destaca o representante do escritório Leite, Tosto e Barro, Ricardo Tosto.

Considerada uma espécie de paradigma no que tange à realização de ações bancárias, a comissão de permanência dá indicativos de que suscitou um amplo debate no meio jurídico. As discussões sobre a tarifação decorrem das interpretações que algumas autoridades tiveram sobre o assunto em questão. Com destaque para o que foi comentado e decidido dentro dos tribunais, a resolução gerou diversas opiniões sobre sua implantação. Comum nas operações de concessão de créditos, as cobranças de juros remuneratórios são há tempos assimiladas pelos que trabalham com esse produto e também por clientes e instituições de uma maneira geral, aponta Ricardo Tosto.

 

Novo parâmetro de crescimento de crianças e jovens com Down

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Estudo da Unicamp mostra que a curva brasileira de referência usada pelo Ministério da Saúde é apenas para crianças com até 2 anos de idade, a partir disso a comparação é feita com modelos norte-americano.

A Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, realizou uma pesquisa que traçou parâmetros de peso e altura das crianças e jovens com Down. É o primeiro estudo que apresenta curvas de crescimento especificamente dos brasileiros com a doença entre zero e vinte anos de idade, que utilizam dados do Ministério da Saúde do início de 2000 e completam apenas os 2 anos de vida.

O pediatra Gil Guerra Júnior, responsável pela coordenação da pesquisa na Faculdade de Ciências Médicas destaca que as curvas são essenciais na identificação de possíveis desvios de altura e peso permitindo aos pais e médicos um acompanhamento adequado dos portadores da doença. “Essas curvas de referência existem no mundo todo, mas são antigas. A curva brasileira existente e é feita com poucas crianças com Síndrome de Down, na cidade de São Paulo. desde o início dos anos 2000. Somente foi feita com crianças até 8 anos de idade. A curva, no entanto, é adotada como referência pelo Ministério da Saúde só até os 2 anos de idade. Dos 2 aos 18, usa-se ainda a referência norte-americana ”explica o pediatra.

A esperança é que o Ministério da Saúde adote as curvas de referência que foram elaboradas pela equipe da Unicamp, no estudo que mapeou 938 crianças e jovens com a Síndrome de Down no estado de São Paulo, o pediatra defende: “É uma pesquisa mais representativa”.

O estudo mostrou a necessidade da adoção da curva brasileira após a comparação feita com a população norte-americana e europeia, e o pediatra explica “O mecanismo não mostra se os dados são para mais ou menos, mas apontam que há diferenças significativas, o que comprova a necessidade de se ter uma curva própria do Brasil para análise dos indivíduos nascidos aqui”.

Foram comparados através de software dados de curvas de crianças brasileiras com curvas de Portugal, Estados Unidos e o médico comparou que: “A população norte-americana, de uma forma geral, é mais alta que a brasileira. Quando você coloca um indivíduo do Brasil em uma curva americana, ele sempre vai parecer mais baixo do que é”.

Os dados foram essenciais para um entendimento mais completo dos pais e médicos sobre o desenvolvimento da criança ou jovem com Síndrome de Down em relação aos padrões de outros pacientes no Brasil, e o pesquisador aponta: “Às vezes uma criança com Down considerada com sobrepeso ou obesa em uma curva anterior, não esteja fora do padrão dentro da realidade brasileira”.

A pesquisa durou mais de 2 anos com monitoração de mil crianças e jovens em diversos lugares do estado de São Paulo. Os dados consistem no registrado de peso, estatura, perímetro cefálico e IMC, que é o índice de massa corporal, realizada por Fabio Bertapelli, educador físico que também é assessor científico colaborador da Federação das Apaes do Estado de São Paulo. A pesquisa foi realizada com financiamento da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Bertapelli desenvolveu durante seu doutorado as novas curvas com orientação de Gil Guerra Júnior, na Unicamp, e de Stamatis Agiovlasitis, na Universidade Estadual do Mississipi, nos Estados Unidos.

 

As consequências do desemprego no Brasil

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São mais de quatorze milhões de desempregados. No universo brasileiro de mais de duzentos e seis milhões de habitantes, temos um percentual superior a 6% da população ativa, desempregada. O que fazer? Como subsistir? Como alimentar a família, pagar dívidas?

Por suas características naturais de sobrevivência o ser humano depende do seu trabalho, das suas habilidades para transformar em remuneração e viver com dignidade.

O desempregado não deixa de ser digno, competente, responsável, porém necessita de afazeres para subsistir. Muitos podem se utilizar dos recursos advindos da rescisão contratual e aventurar-se num negócio próprio, geralmente comércio, artesanato, serviços braçais ou especializados de acordo com sua profissão. Outros, nem sempre conseguem, uma vez que, grande parte do valor recebido na rescisão vai para o pagamento de dívidas e depois ficam a mercê do seguro desemprego ou de “bicos”, fazendo uma coisa ali e outra acolá.

Neste contexto, há de se ressaltar a criminalidade, e isto é necessário, pois não é incomum atirar-se ao crime: pequenos delitos, grandes delitos, tráfico de drogas ilícitas, militância no tráfico, entre outras. Por quê? Porque é preciso colocar comida na mesa para alimentar aos filhos, para pagar dívidas, aluguel, luz, água, gás, isso para listar as despesas mais comuns. Outros para manter o nível de vida e assim por diante. O que não se pode esquecer é que muitos trabalhadores dignos revertem esta dignidade pela necessidade premente de manter-se e manter os seus.

Aquele que corajosamente se atreve no negócio próprio vai encontrar dificuldades de mercado, concorrência, capitalismo desenfreado e perigoso e acima de tudo pagar impostos elevadíssimos que lhe tomarão receitas necessárias para a continuidade daquilo que se propôs realizar. Muitos deles colocam a “cara e coragem” sem qualquer suporte especializado, sem estudo de mercado e fatalmente, fracassam.

Na ordem natural das coisas, o mais coerente seria enfrentar as longas filas nas agências de emprego e torcer para uma contratação, se não definitiva, mas pelo menos temporária que pudesse render por determinado tempo uma remuneração necessária enquanto aguarda o retorno às suas atividades na indústria, comércio ou serviços de onde foi sacado por rescisão contratual.

Considere-se ainda que o jovem brasileiro não pode ter emprego formal e com carteira assinada antes dos dezoito anos de idade, o que, infelizmente, os torna ociosos, uma vez que as instituições, principalmente as de ensino, não lhes fornece qualquer atrativo, que lhes possa, pelo menos, evitar essa ociosidade.

É preciso políticas públicas eficientes, por exemplo, de incentivo ao empreendedorismo, ao negócio familiar, à agricultura familiar, pois se o mercado exige que haja desemprego para afastar a crise das empresas, então cabe ao Estado, garantir a subsistência de seu povo e para eles promover políticas de incentivo.

É assim que uma nação prospera.

 

Taxa de juros mantém queda e fecha a 9,25% ao ano

O Banco Central fez um novo anúncio revelando que manteve a atual tendência de queda na taxa de juros, e que fez um corte na taxa básica em um ponto percentual. A taxa Selic fechou o mês de julho em 9,25% ao ano.

Quando cai a taxa de juros é normal observar o mercado mais otimista. No entanto, o consumidor ainda parece estar desconfiado na hora de comprar. “O que vier de preço baixo, juros baixo ou qualquer outra coisa que venha para ajudar nós consumidores, eu apoio. Mas eu infelizmente não acredito que isso vá repercutir na hora de pagar”, disse o técnico em manutenção, Edivan da Paz.

Segundo os especialistas, esses efeitos gerados na economia podem demorar até dois meses para que os consumidores percebam. “Nós ainda estamos sentindo os efeitos da crise que repercutiu nas quedas anteriores. Agora, para os investimentos essa queda nos juros é imediatamente percebida”, disse o economista da ACSP, Marcel Solimeo.

Nas concessionárias os gerentes já sabem, queda de juros hoje significa loja cheia amanhã. “Nós acreditamos que iremos vender 20% a 30% a mais do que venderíamos normalmente”, disse o gerente de concessionária, Wilson Goes.

Fazia quatro anos que a taxa básica de juros se mantinha estável acima de 10% ao ano. E quanto menor é essa taxa, menores são os juros para empréstimos, cheque especial, cartão de crédito e financiamentos. As parcelas de um carro financiado, por exemplo, podem ficar em R$ 100 a R$ 200, o que pode resultar em uma boa diferença no valor final do veículo.

“Quanto mais a taxa de juros cai, mais o consumo é estimulado. Porque com isso é possível prolongar ainda mais os prazos do crediário, gerando uma expectativa do consumidor mais favorável para os comerciantes”, disse Marcel.

Com isso o especialista em economia aconselha que os consumidores aproveitem o momento para fazer financiamentos, entre outras linhas de crédito. Mas é preciso ter cuidado, taxa de juros baixa não significa menos risco de se endividar. Na melhor das opções, o ideal é comprar tudo a vista para evitar pagar juros embutidos nas parcelas das compras.

 

Nutricionista alerta para alimentação saudável de quem mora sozinho

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Morar sozinho não precisa ser sinônimo de comer mal, dá para preparar as refeições em casa com antecedência e ter um grande alívio no bolso. Mas é preciso ter antes de tudo muito planejamento e disposição.

A sacola da feira de toda semana é garantia de alimentos fresquinhos para Jeff. Mas para descobrir a rotina ideal de compras houve algumas experiências malsucedidas. “Eu não frequentava a feira, então só ia no mercado, comprava algumas coisas e levava para casa. Eu comia muito macarrão, muita massa com molho pronto, porque é muito mais fácil de preparar”, disse o cineasta Jeff Zappa.

Assim como Jeff, mais de 10 milhões de brasileiros vivem sozinhos de acordo com um levantamento do IBGE. E com essa liberdade vem também as responsabilidades, como a de administrar a própria cozinha. Para mantê-la sempre abastecida com itens saudáveis e sem desperdício, o segredo é um só:

“Se houver planejamento e a alimentação for preparada com antecedência, de preferência no final de semana ou no dia de folga do trabalho, todo mundo que mora sozinho pode comer, ter uma alimentação saudável e balanceada sem nenhum problema”, disse a nutricionista Lara Natacci.

A nutricionista aconselha que os alimentos já estejam preparados, sendo assim o feijão, o arroz, os legumes e as verduras devem ser cozidos e devidamente armazenados na geladeira. No caso da carne, o mais correto é congelar e preparar na hora da refeição. Além disso, esses itens podem ir ao freezer por até 3 meses sem que nada estrague, podendo ser descongelados no dia que será consumido.

“É importante sempre pensar em um plano B para essa situação. O plano B seria ter na geladeira alguns itens, como ovos, que são uma ótima fonte de proteínas e de nutrientes muito importantes, e diversos tipos de folhas, que podem ser consumidas todos os dias, e principalmente quando houver a necessidade de uma alimentação rápida”, disse Lara.

“Todo esse trabalho de ir bem cedo na feira, ou passar no supermercado, é recompensado depois com uma alimentação mais gostosa e saudável. No início pode parecer mais difícil, mas na verdade é muito mais fácil e mais gostoso preparar a própria refeição”, disse Jeff.

Essa mudança traz grandes benefícios para a saúde, pois quem mora sozinho costuma se alimentar muito mal. Isso porque a oferta de alimentos industrializados que são prontos para irem a mesa aumentou bastante nos últimos anos. Para quem leva uma rotina agitada ou ainda não sabe cozinhar, essa é a primeira escolha na hora de fazer as refeições. Mas a nutricionista garante que essa prática é um verdadeiro risco para a saúde, já que esses alimentos costumam ser ricos em substâncias químicas, gorduras trans e sódio além do necessário para uma alimentação saudável.