Monthly Archive: May 2017

Estudo mostra que mais de 90% do lixo reciclável é desperdiçado

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Estudos apontam que 30% a 40% dos resíduos produzidos numa cidade podem ser reciclados. Segundo o IBGE a maior cidade do Brasil, São Paulo, recicla 2.5% do seu lixo. No Rio de Janeiro, a capital do turismo, apenas 1.9% do lixo criado pela cidade é destinado à reciclagem. A terceira maior cidade do País, Brasília, consegue reciclar em torno 5,9%.

Esse problema se torna ainda mais preocupante quando os dados demonstram que as CTs (Centrais de Triagem), normalmente conduzidos por cooperativas, trabalham muito abaixo da sua capacidade. No Rio de janeiro, no primeiro mês de 2017, houve um processamento de apenas 25% do volume de lixo que poderia ser reciclado.

Sem lixo para reciclar

A Central de Triagem de Irajá tem estrutura para reciclar 20 toneladas por mês, porém recebeu apenas 6,29 toneladas em janeiro. A Central de Bangu consegue reciclar 30 toneladas por dia, mas registrou um recebimento de 5,67 toneladas de lixo diariamente em janeiro desse ano. Volume baixo até mesmo para sua média de 6,16 toneladas. As duas

Centrais foram financiadas pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento).

De acordo com a Comlurb, Companhia Municipal de Limpeza Urbana, o serviço de reciclagem alcança atualmente 113 dos 160 bairros do Rio de Janeiro, através de coleta seletiva em dias alternados da coleta normal.

Para que isso seja possível, são usados 13 caminhões, que inclusive tiveram seus trajetos alterados para tentar aumentar a retirada do pouco material fornecido pela população.

A presidente da Cooperativa Coopfuturo, responsável pelo CT de Irajá, Evelin Brito, culpa o numero reduzido de caminhões destinado à coleta seletiva, para explicar a baixa quantidade de lixo reciclado.

A Comlurb confirmou que realmente houve uma diminuição dos veículos esse ano, embora não especificou números. Numa nota, a companhia afirmou que a redução da frota não afetou o serviço, pois as rotas foram otimizadas para que os caminhões fossem melhores aproveitados, de modo que completassem totalmente a carga que são capazes de transportar.

Reflexos da crise

No Distrito Federal, existe um programa fazia sistema de reciclagem em todos os seus 31 municípios. Desde 2014, esse projeto reduziu sua abrangência, pois houve um abandono de quase todas as empresas contratadas para realizar a coleta seletiva.

Segundo Katia Campos, diretora-presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), as empresas se retiraram porque o contrato previa uma recompensa em relação ao peso coletado. A quantidade de lixo arrecadado estava muito abaixo do que o esperado e consequentemente as empresas conseguiam pouca lucratividade.

A diretora afirmou que essa redução também é um reflexo da crise que o país esta passando. Pois houve uma diminuição no consumo e aumento no numero de catadores de lixo avulsos, que acabam retirando tudo de valor antes da passagem dos caminhões.

 

 

Fóssil reexaminado revela nova espécie de dinossauro

 

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O Braquiossauro, representado no Parque Jurássico, agora tem um parente primitivo, fornecendo pistas para a evolução de algumas das maiores criaturas da Terra. Os cientistas dizem que o dinossauro era mais longo do que um ônibus de dois andares e pesava em torno de 15.000kg. Seus restos foram encontrados na década de 1930 na região do Jura, na França.

Desde então, os fósseis têm passado a maior parte do tempo em caixas de armazenamento no Museu Nacional de História Natural em Paris. O pesquisador Philip Mannion, do Imperial College de Londres, disse que o dinossauro teria comido todos os tipos de vegetação, como samambaias e coníferas, e viveu numa época em que a Europa era uma série de ilhas.

“Nós não sabemos do que esta criatura morreu, mas milhões de anos depois ela está fornecendo evidências importantes para nos ajudar a entender mais detalhadamente da evolução dos saurópodes braquiossuridos e um grupo muito maior de dinossauros aos quais eles pertenceram, chamados titanossauricorms”, disse Philip Mannion.

Titanossauriformes, foram algumas das maiores criaturas que já viveram em terra e foram muito diversas, sobrevivendo até ao asteroide que matou a maior parte da vida na Terra. A nova espécie, dada o nome científico, Vouivria damparisensis, viveu no Jurássico Tardio, há cerca de 160 milhões de anos.

“É o primeiro membro de um grupo que inclui Brachiossaurus – um dos dinossauros mais famosos que conhecemos – um dos animais proeminentes em Jurassic Park”, disse o Dr. Mannion à BBC News. “E dá-nos uma ideia muito mais clara do que está acontecendo na evolução adiantada desta radiação realmente importante dos dinosauros.”

O dinossauro é um sauropod – um subgrupo de titanossauriformes, que incluem grupos bem conhecidos como Brachiossaurus, Diplodocus e Brontossaurus. Tinha pescoço muito longo, cauda longa e cabeça pequena, com pernas espessas.

“Começa a nos dar uma ideia de que esses animais estavam evoluindo muito mais cedo do que o registro fóssil já indicou”, acrescentou o Dr. Mannion. “Isto empurra para trás muitos tempos de origem para uma escala dos dinossauros do sauropod baseados em nossa compreensão de como estas espécies diferentes relacionaram-se umas com as outras.”

A reclassificação de Vouivria como um membro adiantado dos titanossauros, ajudará em traçar sua propagação através da terra, dos tempos jurássicos e à extinção de todos os dinossauros. Pensa-se que eles estavam presentes em toda a Europa, nos EUA e na África, mas se tornou extinto na Europa para o final de seu reinado.

O fóssil foi descoberto na aldeia de Damparis, na região do Jura, no leste da França, em 1934. Ele foi documentado cientificamente na década de 1940, mas não foi estudado em detalhes desde então. Seu nome científico, Vouivria damparisensis, refere-se a ‘La vouivre’, uma lenda folclórica local sobre uma serpente alada.

 

Advogado Bruno Fagali, da agência de publicidade nova/sb, fala do Pró-Ética da CGU, ganhado pela empresa

O advogado Bruno Fagali, dono da FAGALI Advocacia e responsável pelo compliance da agência nova/sb recebeu por esta o prêmio Pró-Ética, realizado pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria Geral da União (CGU) em parceria com o Instituto Ethos, que possui dezessete empresas associadas dentre as vinte e cinco que concorriam a láurea em 2016, das quais a nova/sb não faz parte.

Bruno Fagali, que tem como o cargo a gerência de Integridade Corporativa da agência vencedora, a primeira do ramo a receber o prêmio da CGU ressaltou ao recebê-lo a importância da honestidade e do zelo pela ética no mercado publicitário, em tempos de gigantescas operações policiais promovidas pela Polícia Federal e diversos órgãos do Poder Judiciário, que, como realçou, leva empresas diversas a priorizarem o seguimento correto da legislação que rege o setor/área a qual está a empresa atuando.

A importância de um setor de integridade

A nova/sb decidiu inovar desde sua criação, instituindo um Programa de Integridade Corporativa, um documento elaborado para administrar o seu compliance. Dessa forma, mostrou ao mercado publicitário a importância de se ter na empresa investimentos relacionados a supervisão do cumprimento correto das leis, pagamento de tributos dentre outras obrigações e encargos para com o Governo. Dessa forma, minimizarão problemas e fundamentarão um mercado pautado pela transparência e honestidade.

Como ressaltou o advogado Bruno Fagali, outro pilar da inovação proposta pela nova/sb foi a criação de um Código de Integridade e de uma metodologia específica para aplicá-lo com os funcionários, gerado através da análise dos riscos e propositura de ações a serem praticadas, integrando os empregados no processo de aplicação deste código e seu constante aprimoramento com base no dia-a-dia da atividade publicitária.

Atuação constante entre diversos públicos

Para Bruno Fagali, outro fator principal do destaque da agência a qual comanda o compliance foi a preocupação em interagir com diversos públicos promovendo um projeto de interesse geral nomeado de Comunica Que Muda (CQM), cuja função é promover debates sobre temas espinhosos que dificilmente seria abordado no mundo publicitário, dada sua profundidade, como suicídio, liberação da maconha, mobilidade urbana, relações com o meio-ambiente e tolerância, através de um blog e páginas ativas nas redes sociais como Twitter, Instagram, Pinterest e Facebook (onde já conta com mais de 500 mil curtidas), desde 2011.

Relatório da CGU

Algo que surpreendeu e animou Bruno Fagali foi o recebimento, por parte da Controladoria Geral da União, de um relatório em que o órgão público especifica, ponto a ponto, o que levou a nova/sb a levar o prêmio, com base nas detalhadas informações fornecidas no ato da inscrição do prêmio.

O órgão pontua ainda no documento sugestões do que poderá ser aprimorado pela empresa, o que valoriza, segundo o advogado, a importância do prêmio recebido e o respaldo que este proporcionará ao nome da agência; realizando com primor sua intenção de incutir no meio empresarial o respeito a valores como integridade, honestidade, lisura e respeito ao consumidor/contribuinte.

Cientistas usam ratos para estudar onde o instinto de caça começa no cérebro

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Os pesquisadores transformaram ratos de laboratório normalmente tímidos em assassinos supereficientes, manipulando circuitos no “centro do medo” do cérebro – a amígdala. Suas descobertas mostram exatamente onde o mecanismo predatório vem do cérebro, e mostram que, em ratos, de qualquer maneira, o mecanismo liga os músculos da mandíbula, ombro e membro anterior. Eles trabalham juntos para criar um salto rápido e eficiente.

Ele cria um cenário um tanto horrível, mas lança luz sobre exatamente onde as habilidades de caça do cérebro são centradas. É um mecanismo comum a todos os animais superiores, incluindo os seres humanos.

A técnica utilizada pela equipe para controlar os camundongos foi a optogenética. Envolve modificar geneticamente células cerebrais específicas usando um vírus e, em seguida, empregar um laser para ativar os neurônios. Uma vez que eles tenham atingido o circuito correto, a transformação é instantânea, a equipe relata na revista Cell.

Ao ligar o laser, o professor associado de psiquiatria no Yale University School of Medicine, Ivan de Araujo, relatou que os ratos começaram a pular em um objeto e tiveram o instinto de segura-lo e morde-lo, como fariam com uma presa. Ivan Araujo também trabalha no John B. Pierce Laboratory.

Eles têm vídeos mostrando como ele funciona. Quando eles estão em seu estado normal, natural, os ratos ignoram varas e outros objetos em suas gaiolas, e ativamente tentam evitar um brinquedo robótico em movimento. Quando o laser pulsa, eles atacam instantaneamente os objetos, mordendo duro. Eles também atacaram rapidamente os grilos vivos.

“O comportamento foi interrompido imediatamente após a desativação do laser. Tais ataques nunca foram observados quando a fonte de laser estava desligada”, escreveu a equipe. É quase irresistível comparar os ratos com assassinos zumbis, mas Araújo diz que a analogia não é muito justa.

Mas eles mostram que os vertebrados – animais com uma espinha – desenvolveram um mecanismo coordenado que liga o cérebro com as mandíbulas e com os membros necessários para apreender alimentos. “Nossas descobertas implicam a amígdala central como um sistema de comando modular”, escreveu a equipe de Araújo. “É um grande jogador da evolução na formação do cérebro”, acrescentou. “Deve haver algum caminho subcortical primordial que conecte a entrada sensorial ao movimento da mandíbula e da mordida.”

Não só isso, mas as células cerebrais controlam a força da mandíbula. Quando eles danificaram certos neurônios, enfraqueceu a mordida dos ratos. “Eles falham em entregar a mordida de morte”, disse Araújo em um comunicado. É contra-intuitivo que este sistema começasse na amígdala. “É uma área mais tradicionalmente ligada à evasão e medo e comportamento de luta ou fuga”, disse Araújo à NBC News.

Saiba mais sobre a leptospirose, doença transmitida pela urina do rato que afeta animais domésticos e humanos.

 

Cientistas alertam sobre a exposição a pesticidas e o aumento do risco de câncer de fígado

Pessoas que estão expostas a pesticidas podem enfrentar um risco aumentado de câncer de fígado, sugere uma nova metanálise. A exposição a pesticidas foi associada a um risco aumentado de 71% de câncer de fígado, de acordo com a metanálise, que foi apresentada em 3 de abril de 2017, na reunião anual da American Association for Cancer Research em Washington/DC – EUA.

O câncer de fígado é o sexto câncer mais comum no mundo e a segunda causa de mortes por câncer (por trás do câncer de pulmão), disse o autor do estudo, Hamdi Abdi, pesquisador do National Cancer Institute. Existem vários fatores de risco bem estabelecidos para o câncer de fígado, disse Abdi. Estes incluem infecções crônicas, como hepatite, e doenças no fígado, relacionadas ao álcool. De fato, estudos feitos em animais, mostraram que a exposição a pesticidas pode levar ao câncer de fígado ao danificar o DNA, entre outras formas, disse Abdi.

Na nova metanálise, os pesquisadores analisaram 16 estudos que incluíram mais de 480.000 participantes na Ásia, Europa e EUA. Todos os estudos incluíram pelo menos algumas informações sobre os níveis individuais de exposição dos pesticidas nos participantes e analisaram como essa exposição pode afetar o risco de uma pessoa ter o tipo mais comum de câncer de fígado, chamado carcinoma hepatocelular. Os pesquisadores definiram “pesticidas” em um sentido muito amplo, incluindo inseticidas e herbicidas, disse Abdi.

A descoberta de que a exposição a pesticidas estava associada a um risco aumentado de 71% de câncer hepático não é um “valor extremo”, observou Abdi. Mais pesquisa é necessária para determinar os tipos específicos de pesticidas e seus efeitos sobre o câncer de fígado, disse ele.

As conclusões são preliminares, disse Abdi, e uma limitação da análise foi que os pesquisadores encontraram apenas 16 estudos realizados até a data que reuniu os seus critérios para a inclusão. “Isso destaca a necessidade de mais estudos prospectivos em larga escala”, acrescentou.

Outra limitação foi que a maioria dos estudos incluídos na metanálise, não oferecem dados precisos sobre as quantidades de pesticidas às quais as pessoas foram expostas, disse ele. Em apenas três estudos, os pesquisadores mediram os níveis de compostos ligados aos pesticidas no sangue dos participantes, por exemplo. Outros contaram com questionários.

Além disso, o uso de pesticidas varia muito entre os países, e os países em desenvolvimento tendem a usá-los em níveis mais elevados do que os países desenvolvidos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.

Com mais estudos, os pesquisadores esperam que uma “dose exata” dos pesticidas possa ser estabelecida, disse Abdi. Essa “dose exata” poderá informar aos pesquisadores como a dose de um produto químico ou medicamento está ligada aos efeitos do produto químico ou medicamento. Neste caso, forneceria aos pesquisadores dados sobre qual o nível de exposição a pesticidas pode estar ligado a um certo aumento no risco de câncer de fígado.

 

Grupo RBS, de Duda Melzer, com novo aplicativo, quer aproximar o público dos seus veículos de comunicação

O “Pelas Ruas” é um aplicativo lançado pelo Grupo RBS – que, atualmente, é presidido por Eduardo Sirotsky Melzer, também conhecido como Duda Melzer – no dia 23 de março, para facilitar que a população da Grande Porto Alegre faça suas reclamações a respeito dos problemas da cidade. A iniciativa é uma parceria entre as marcas da Rede – RBS TV, Zero Hora e Rádio Gaúcha. O novo canal de comunicação permite que, através da postagem de fotos, os usuários apontem as falhas de uma determinada região em um mapa.

Para quem está habituado com o Instagram, não será difícil familiarizar-se com o novo App, visto que, as duas ferramentas possuem interfaces muito semelhantes. A iniciativa do Grupo de comunicação de Duda Melzer visa manter os veículos ainda mais conectados com as necessidades dos gaúchos. O conteúdo disponibilizado pelos usuários do Pelas Ruas poderá, por exemplo, pautar diversas reportagens e programas das equipes de comunicação que serão responsáveis por liberar o material e as atualizações sobre o local.

Um dos propósitos do Grupo RBS, de Duda Melzer, é, justamente, informar para transformar, e essa integração entre Zero Hora, Rádio Gaúcha, RBS TV e público surge para ratificar o ideal.

O aplicativo – gratuito e disponível na Play Store para smartphones Android, a partir da versão 6.0, e na App Store para smartphones que funcionam com iOS 9 ou superior – chega para dar voz às pessoas, a partir do momento em que os problemas da cidade são identificados e apontados por quem realmente sofre com eles – ou seja, a população da Grande Porto Algegre.

“Por meio dele [o Pelas Ruas], poderemos mapear os problemas da cidade, agir e cobrar do poder público. Também é uma plataforma riquíssima para que o próprio poder público enxergue as falhas. É um mapa de atuação do jornalismo da RBS e parte da nossa crença na colaboração para a construção de uma cidade melhor”, destaca a vice-presidente de Produto e Operações do Grupo RBS, Andiara Petterle.

Quem quiser acessar o novo aplicativo do Grupo RBS, de Duda Melzer, pode fazer isso através do login do Facebook. As fotos tanto podem ser tiradas pelo próprio aplicativo quanto buscadas na galeria do celular. É necessário, porém, registrar uma breve descrição sobre o problema junto com a imagem, bem como, marcar uma localização — através do GPS, caso a pessoa ainda esteja no local, ou apontando o local em um mapa, se a pessoa já estiver distante do problema.

Os administradores do Pelas Ruas, entretanto, precisam avaliar se o post se enquadra nos critérios de publicação e aprová-lo. Vale ressaltar que fotos e textos ofensivos, por exemplo, não serão aceitos. No momento em que a postagem é aprovada, o aplicativo notifica o autor do post, da mesma forma, ele também é alertado quando outras pessoas fazem comentários ou passam a acompanhar a publicação.

Cada uma das três marcas do Grupo RBS de Duda Melzer, envolvidas na parceria, também terá a responsabilidade de adaptar o conteúdo das postagens do público para os seus formatos.

 

As atitudes de alguns pais podem potencializar as alergias nas crianças, revela uma pesquisa

 

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Quando se trata de alergia que acomete crianças, muitos pais têm relação direta com este fato e estão fazendo coisas que poderiam potencialmente causar problemas. Os pais que foram consultados disseram que tiveram dificuldade em descobrir a dose certa de medicamentos para alergia para dar aos seus filhos, e alguns disseram que usaram versões adultas das drogas em vez de versões para crianças, de acordo com uma nova pesquisa.

Ao usar medicamentos antialérgicos para adultos, “os pais devem ter muito cuidado em dar a seus filhos a dose correta”, disse Gary Freed, pediatra do CS Mott Children’s Hospital em Michigan e co-diretor da pesquisa. “Doses maiores do que o a recomendada para crianças, pode resultar em efeitos colaterais mais graves”, disse Freed. Alguns efeitos colaterais de medicamentos para alergias para crianças são sonolência excessiva e dores de cabeça, de acordo com a “Food and Drug Administration”.

Para a pesquisa, os pesquisadores da Mott analisaram uma amostra nacionalmente representativa de adultos americanos que tiveram crianças de 6 a 12 anos. No geral, mais da metade dos pais (55%) disseram que tinham administrado medicamentos alérgicos em seus próprios filhos no ano passado. Aproximadamente 1 em casa 5 pais (21%) relatou que era difícil estabelecer uma dose correta de medicamentos para combater a alergia em seus filhos.

Além disso, 15% dos pais deram aos seus filhos uma forma adulta do medicamento para alergias. Destes, cerca de um terço deram aos seus filhos a dose recomendada para adultos, enquanto dois terços usaram uma dose parcial para adultos.

Embora os medicamentos antialérgicos para adultos geralmente contenham os mesmos ingredientes que aqueles para crianças, os rótulos nas versões para adultos muitas vezes não incluem instruções sobre quanto do medicamento para dar às crianças, de acordo com Mott.

A pesquisa também descobriu que 18% dos pais não verificam a data de validade sobre os medicamentos de alergia antes de dar a seus filhos. Embora os remédios expirados provavelmente não sejam perigosos, eles tendem a perder sua potência ao longo do tempo, disse Freed.

Se os pais não tiverem certeza de qual é a alergia e o medicamento adequado para seus filhos, ou quanto é a dosagem correta, eles devem verificar com seu médico antes de usar os medicamentos, disse Freed.

Freed aconselha os pais a lerem os ingredientes da medicação para ajudá-los a escolher a opção certa para seu filho. É uma boa ideia “combinar” os sintomas de uma criança com os ingredientes do produto – por exemplo, anti-histamínicos podem ajudar com sintomas como um corrimento nasal e comichão nos olhos, enquanto descongestionantes podem ajudar com um nariz entupido, de acordo com Mott. A pesquisa baseia-se em uma pesquisa de 1.066 adultos, e foi administrada em janeiro de 2017.

Veja também: Os principais agentes causadores de alergias em crianças.

 

Blockchain é uma nova tendência tecnológica

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Quando um usuário está fazendo uma verificação de suas informações para poder ter acesso a diferentes operações como gerenciar, vender, guardar ou proteger bens digitais o processo que gera uma confiança na transação de informações sem que seja necessário um terceiro envolvido, está dentro da definição da tecnologia do blockchain.

A tecnologia do blockchain é denominada por especialistas como “protocolo de confiança”, pois existe uma rede global de dispositivos que é usada para registrar e validar qualquer forma de transação com segurança e rapidez, o que torna menos burocrático todo o processo pois será eliminada a necessidade de instituições que atuam como intermediárias nessas operações.

Na prática o blockchain segue alguns passos para tornar uma transação válida. Se uma pessoa precisa enviar dinheiro para outra, essa operação é armazenada em um “bloco” virtual, é preciso que cada bloco seja aprovado por uma rede descentralizada para que seja possível fazer a verificação que pode validar ou não aquela transação através do uso da criptografia. Se a transação for validada o bloco referente a operação receberá um sinal de aprovação, com esse sinal o bloco se encaixará em uma cadeia de blocos do histórico de transações do usuário, então quando a rede aprova a transação financeira, ela será finalizada de uma maneira descomplicada e ágil.

Com a moeda virtual Bitcoin o blockchain está se tornando cada vez mais importante para apoiar transações financeiras. Há décadas existem pesquisas a respeito do tema, mas foi quando as pessoas começaram pela primeira vez a fazer transações financeiras sem a necessidade de intermediação de um banco que essa tecnologia passou a ganhar mais destaque.

Os bancos que perceberam a importância do blockchain não se deixaram levar pela desconfiança inicial que havia sobre essa tecnologia. No ano de 2015, várias instituições financeiras se uniram para colocar em prática o plano de desenvolver um sistema que tem sua base no blockchain, esse projeto tem a denominação de R3 e é de uso exclusivo para bancos.

Os bancos brasileiros começaram um estudo do blockchain de forma independente há alguns anos, porém no ano passado a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), iniciou um estudo sobre a tecnologia com diversos bancos como Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, Itaú e Santander, que inclui a Bolsa de Valores e o Banco Central.

Segundo estudo realizado pela empresa Accenture que se baseia em análises de custos de oito dos dez maiores bancos de investimento do mundo, será possível economizar com gastos de infraestrutura um valor de 8 a 12 bilhões de dólares por ano até 2025. A pesquisa foi realizada em parceria com a empresa de análise McLagan, e gerou um relatório que traz uma estimativa realista dos benefícios econômicos do blockchain nos custos dos maiores bancos de investimento no mundo.

 

Mullen Lowe Brasil, agência a qual José Borghi é co-CEO e CCO ganha novas contas

A Mullen Lowe Brasil, que tem o publicitário José Henrique Borghi como co-CEO e CCO, anunciou ao final do primeiro trimestre de 2017 que conquistou cinco novos anunciantes para a sua pasta de clientes. Coral, Harley-Davidson, Casa & Vídeo, Hammerite e Sparlack são as empresas das quais a antiga Borghi lowe conquistou as contas. Dessas, apenas a Casa & Vídeo já havia trabalhado com a Mullen Lowe Brasil.

A pesquisa Agency Scope 2016 mostrou que a agência em que José Henrique Borghi é co-CEO e CCO está vivendo uma nova fase de crescimento. Isso porque é a Mullen Lowe Brasil é líder em rentabilizar o investimento/ROI de seus clientes e criar ideias inovadoras e harmoniosas que integram diversos meios, além de ter sido pela terceira vez consecutiva destacada devido à participação da sua alta direção no dia a dia dos seus clientes diretamente.

A sexta edição da pesquisa Agency Scope 2016 foi realizada de março a setembro do ano passado contando com a participação de 405 profissionais de 372 empresas, 304 publicitários e 42 executivos da área de procurement.

A empresa já está trabalhando em prol de novos clientes, é o que comentou José Henrique Borghi. “Já estamos em aprovação com algumas campanhas, prontos para construir outras grandes parcerias com os nossos clientes. ” Ao falar sobre a conquista de novas contas publicitárias para a pasta da empresa, ele disse que “trabalhar com novos clientes, em novos segmentos e com grandes marcas é uma grande oportunidade para todo o meio criativo”.

O co-CEO e CCO da Mullen Lowe Brasil, José Henrique Borghi graduou em publicidade e propaganda pela PUC Campinas, começando sua carreira em 1989. Desde lá, ganhou vários prêmios no meio publicitário nacional e internacional. Entre suas principais conquistas estão quinze prêmios da Abril, quatorze leões do Festival de Cannes, onze prêmios do The New York Festival, dez prêmios The One Show e sete estatuetas London. Ele é lembrado também por comerciais que permanecem até hoje na lembrança do grande público, como a campanha dos bichos de pelúcia da Parmalat, que fizeram a alegria de muita gente na época.

Uma agência de publicidade de sucesso precisa não só de criatividade e inovação, mas também de muita organização, estratégia e planejamento para entregar a melhor propaganda para seus clientes, e principalmente para um público de milhares de pessoas, gerando um alto impacto por determinado produto. É preciso de muita responsabilidade, e por isso José Henrique Borghi nunca perdeu o foco, tornando-se um dos publicitários mais influentes do país.

A conquista da Mullen Lowe Brasil nos três primeiros meses do ano é de grande importância para a empresa. É de bastante relevância as empresas que passaram a ter suas contas publicitárias sob o comando da agência. “Tivemos três primeiros meses realmente inacreditáveis! Passamos a trabalhar com marcas desejadas pelo consumidor e aumentar a nossa participação em três novos segmentos que possuímos expertise. Estamos muito contentes, ansiosos e a expectativa é grande em relação aos nossos próximos trabalhos juntos.” Disse André Gomes, também co-CEO da empresa.

 

Agência americana pretende melhorar aprendizagem humana

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A tecnologia está cada vez mais apresentado soluções e progressos que faz o ser-humano ter a facilidade que precisa para cumprir diversas tarefas no dia-a-dia. Entre os diversos recursos disponíveis no mercado surgem novas possibilidades de atender de uma forma surpreendente e eficaz diferentes aspectos da vida, que podem ser melhorados ao mesmo tempo que rompem com os tradicionais modelos adotados para uma alguma tarefa.

A DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency), é uma agência do governo dos Estados Unidos criada por militares e pesquisadores que pretende desvendar funções do cérebro humano para gerar uma aprendizagem mais rápida. De acordo com o novo projeto da agência o objetivo é ativar a “plasticidade sináptica” para melhorar as habilidades cognitivas.

De acordo com pesquisas que foram recentemente realizadas, a estimulação de nervos periféricos dos quais sinais entre cérebro, medula espinhal e o rosto são enviados entre si, podem ajudar o aprendizado de uma pessoa através da ativação de produtos neuroquímicos que têm a capacidade de reorganizar as conexões que são realizadas no cérebro.

Existe um financiamento da DARPA de oito diferentes pesquisas que está dentro do programa de Treinamento de Neuroplasticidade. Entre os objetivos para a aceleração do processo de aprendizado está aprender uma língua rapidamente, caso isso seja possível, essa técnica será utilizada em militares.

O estudo da biologia básica pela agência visa estimular o cérebro para que sejam melhoradas as habilidades de origem neural, dessa forma pretende-se facilitar e agilizar a aprendizagem através de uma potencialização das conexões neurológicas.

Como o cérebro humano é complexo, cada parte do estudo terá uma atenção especializada, na Universidade Johns Hopkins o ramo da pesquisa será a fala e a audição. Haverá uma pesquisa que deverá identificar se através do nervo vago será possível trazer o aprendizado de uma língua de uma maneira mais rápida. Uma equipe na Universidade da Flórida terá como foco estudar o nervo vago e o seu impacto em aspectos como a percepção, a função executiva, a tomada de decisão e a navegação espacial em roedores. Na Universidade do Arizona o estudo terá como base a análise do estímulo do nervo trigêmeo e a verificação de como ele pode influenciar em funções visuais, sensoriais e motoras, também serão estudadas outras características que estão relacionadas com a inteligência e tomada de decisões.

Atualmente existem diversos produtos que prometem um melhor desempenho da atividade cerebral, no entanto, não está provado a eficácia desses produtos e nem a forma como eles atuam no cérebro, por isso, a DARPA pretende verificar as reações que são causadas com estimulantes cerebrais, a comprovação e a eficiência de sua utilização. Até o momento, o conhecimento que a DARPA possui é considerado pouco para trazer todos os resultados que são buscados pela pesquisa.