Yearly Archive: 2017

Risco de rejeição e infecções ainda é grande para transplantes cardíacos

O dia 3 de dezembro de 2017 foi marcado pela comemoração dos 50 anos do primeiro transplante de coração humano em todo o mundo. O feito que ocorreu no dia 3 de dezembro de 1967, só foi possível graças ao cirurgião sul-africano chamado Cristiaan Barnard, que revolucionou a forma como os médicos lidavam com pacientes que precisavam de um coração novo. O grande marco ocorreu no hospital Groote Schurr, localizado em Cape Town, na África do Sul.

Naquele dia, o órgão transplantado foi destinado ao paciente de 54 anos Louis Washkansky, que após uma cirurgia que durou cinco horas, pôde viver por mais 18 dias até morrer de pneumonia, um efeito colateral das drogas que foram utilizadas para prevenir a rejeição do novo coração. O coração transplantado foi doado pela família de uma jovem de apenas 25 anos chamada Denise Darvall, que teve a morte cerebral constatada após ter sofrido um acidente de carro.

Atualmente, os transplantes de órgãos já são vistos como um procedimento padrão dos hospitais de todo o mundo. Depois de 50 anos do primeiro transplante, muitas coisas mudaram para que os pacientes não passem pela rejeição do órgão transplantado e para que as chances de sobrevivência sejam mais efetivas.

Um exemplo disso são os dados do ano passado, que indicaram um total de 6 mil transplantes de coração realizados no mundo. Os dados são do Observatório Global de Doação e Transplante. Outros dados relacionados da OMS – Organização Mundial da Saúde, indicam que mais de 72% de todos os pacientes que tiveram o coração transplantados vivem por pelo menos cinco anos. Já outros 20% desse total chega a viver até 20 anos após o transplante.

Embora tenha se passado bastante tempo desde o primeiro transplante de coração no mundo, os riscos de rejeição e de infecções causados pelos medicamentos ainda são as duas maiores preocupações dos médicos. Os dados indicam que um a cada três pacientes que morrem dentro do primeiro ano após o transplante tem ligação com infecções causadas pelos medicamentos que controlam o sistema imunológico para que o corpo não rejeite o órgão transplantado.

Atualmente, o ranking mundial de transplantes de coração é liderado pelos Estados Unidos, que realizou um total de 3.209 transplantes em 2016. Em segundo lugar aparece a França, com um total de 490 procedimentos realizados no mesmo ano. O Brasil aparece em terceiro lugar, com um total de 357 cirurgias do tipo realizadas no ano passado.

 

BNDES prevê queda nos investimentos em infraestrutura e indústria do Brasil, por Felipe Montoro Jens

Uma pesquisa recente revelou que, nos próximos anos, o Brasil deverá sofrer quedas no investimento dos setores de infraestrutura e indústria. Mesmo levando em conta o fim da crise econômica e o plano de privatizações do governo federal, o país seguirá a tendência de desaceleração. Felipe Montoro Jens, Especialista em Projetos de Infraestrutura, reporta que, segundo o levantamento realizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), é estimado que os investimentos médios entre os anos de 2017 a 2020 para as áreas mencionadas serão de R$ 225,3 bilhões/ano, o que representa 7% a menos do que os investimentos realizados em 2016, que foram de R$ 243,3 bilhões.

Conforme as informações transmitidas por Felipe Montoro Jens, os investimentos citados pelo BNDES são oriundos tanto dos setores privado como público, englobando projetos em fase de planejamento ou já iniciados.

No setor de infraestrutura, de acordo com o Comitê de Análise Setorial (CAS) do BNDES, o cálculo da média referente ao período compreendido será de aproximadamente R$ 104,6 bilhões, sendo R$ 114,9 bilhões para o ano de 2017, o que representa uma queda de 8% em relação aos R$ 124,8 bilhões alcançados em 2016.

Ainda seguindo as estimativas da instituição, o montante para 2019 deverá cair para R$ 97 bilhões e em 2020 ficar próximo a R$ 100 bilhões.

Felipe Montoro Jens noticia que, das nove áreas consideradas no estudo de infraestrutura no país, o setor de energia elétrica é, provavelmente, o que mais investirá ao longo do período com um valor estimado de R$ 39,5 bilhões até 2020, sendo 31% inferior ao investido em 2016.

Carlos da Costa, economista e diretor das áreas de Crédito, Tecnologia da Informação e Planejamento e Pesquisas do BNDES, comenta que o contato entre o banco e as empresas dos setores possibilita ter uma noção aproximada de seus planos futuros, o que ajuda nas projeções das estimativas econômicas. Contudo, Costa revela que “a tendência da infraestrutura, infelizmente, é continuar em queda”, lembra Felipe Montoro Jens.

A média anual para a indústria referente ao mesmo período pesquisado pode alcançar o montante de R$ 120,6 bilhões. Felipe Montoro Jens informa que entre as 12 áreas analisadas, o ramo de petróleo e gás foi o único que apresentou uma elevação relevante nos investimentos, atingindo o montante de R$ 71,3 bilhões até o ano de 2020.

O Especialista em Projetos de Infraestrutura informa que, conforme as opiniões de economistas, estas quedas estão relacionadas às incertezas quanto ao futuro da economia nacional e aos problemas dos governos, tanto federal como estaduais. Pequenas melhoras em setores como os da indústria não têm sido capazes de devolver a confiança aos empresários. Entretanto, Carlos da Costa salienta que um planejamento amplo e estratégico pode reverter a atual situação do Brasil. Como sugestão, na visão de Costa, para que esta mudança de cenário ocorra, o BNDES deve agir como “orquestrador” usando ferramentas que agreguem e proporcionem um ambiente com uma nova ótica sobre o futuro da infraestrutura no Brasil.

 

Contrabando e comércio ilegal trás prejuízos ao país de R$ 130 bilhões por ano

Todos os anos o Brasil acaba perdendo R$ 130 bilhões com a pirataria, comércio ilegal e contrabando de produtos e também de conteúdos, de acordo com informações do Fórum Nacional Contra a Pirataria e Ilegalidade.

A Associação de Juízes Federais do Brasil debateu em reunião os temas sobre os danos que a pirataria digital causa. Diversas entidades e associações que tem ligação com as produtoras de conteúdo e direitos autorais defenderam a aprovação de projetos que bloqueiem os sites que fazem divulgação de conteúdos pirateados.

Para a diretora de relações governamentais da Motion Picture Association Brasil, Andressa Pappas, o bloqueio é a forma mais eficaz de combater a pirataria, o que vem demonstrando que é os mecanismos mais eficiente no combate à em grande escala.

O maior problema do combate a pirataria digital é que os sites estão hospedados fora do Brasil em quase 90% dos casos, e para retirar esse conteúdo os processos podem demorar até 4 anos.

De acordo com os dados do Fórum Nacional, os sites de filmes e séries chegaram a ter 1,7 bilhão de acessos no período de dezembro de 2015 a maio de 2016, sendo esse um número oito vezes maior que os de acesso a Netflix por exemplo, um dos principais serviços de conteúdo em demanda.

Nesse período o país deixou de recolher impostos com a pirataria um valor que chega a R$ 700 milhões. Os números mostram que foram 13 mil filmes pirateados deixando de gerar 58 mil vagas de emprego na indústria de filmes com prejuízos que chegam a R$ 2 bilhões.

A Associação Brasileira das TVs informou que 100 mil empregos estão correndo risco com a pirataria, no mercado de TV por assinatura. O Brasil tem aproximadamente 4 milhões de aparelhos de tv por assinatura pirateados, segundo o consultor da associação, Antônio Salles, uma perda que chega a R$ 6 bilhões ao ano.

A pirataria é crime não uma liberdade de expressão, destaca o diretor jurídico da Associação, Marcelo Bechara. Ele destacou também em sua apresentação que a propósito não é combater o usuário e sim o crime em si e ir atrás de quem faz do crime um modo de vida.

Lei que apoia mais de 50 mil projetos no Brasil completa 26 anos

O Ministério da Cultura, para alavancar o setor cultural, anunciou a lei Rouanet mais simplificada. O dispositivo que fomenta as atividades relacionadas a cultura no Brasil, ajudou a injetar 16 bilhões de reais na economia do país, e vem apoiando desde 1991 mais de 50 mil projetos.

Na última semana de outubro as novas regras foram anunciadas para a simplificação da legislação e para facilitar o acesso a recursos, sem enfraquecer a fiscalização dos projetos.

A indústria criativa, de acordo com o ministro da Cultura, Sá Leitão, tem um potencial expressivo na economia que precisa ser aumentado, e afirma que isso gera renda e emprego e trás o desenvolvimento do país beneficiando a todos.

A lei Rouanet foi criada em 1991 pelo secretário Nacional de Cultura, na época Sérgio Paulo Rouanet, a lei nº 8.313 de 1991 estabelece que recursos federais para realizar projetos artísticos e culturais através da iniciativa privada por meio do Programa Nacional de Apoio a Cultura e sancionada pelo presidente da época, Fernando Collor de Mello.

O recolhimento de impostos é isentado as empresas que fizerem investimentos de valores em projetos relacionados a cultura. O Ministério da Cultura recebeu as propostas apresentadas e irá avaliar as ações técnicas, que se aprovada autorizará a proposta de captação de recursos junto a empresa.

O valor que a empresa designar aos projetos poderá ser declarado no Imposto de Renda para que haja dedução pela Receita Federal. Os valores ao invés de irem para o cofre da união serão destinados aos projetos indicados.

Existem também críticas desfavoráveis a lei, como o fato de que os fundos poderiam ser desviados inapropriadamente. Outra crítica também foi que o governo em vez de investir na cultura diretamente, deixou para as empresas decidirem quais os projetos que mereciam patrocínio.

Os incentivos à cultura por parte da união chegam a R$ 310 milhões, sendo R$ 30 milhões destinados a Funarte e R$ 280 milhões para a lei Rouanet, e os incentivos fiscais deixam de acionar a união em aproximadamente R$ 1 bilhão todo ano.

 

A moral humana mapeada: conheça o estudo realizado pelo neurocientista Jorge Moll

Os sentimentos nobres são alvo de pesquisas realizadas por cientistas brasileiros, cuja equipe de estudos tem em sua liderança o médico Jorge Moll Neto do Instituto D’Or. O local, que tem entre suas incumbências tarefas direcionadas à organização de levantamentos científicos e divulgações para fins de aprendizado, é um dos muitos segmentos presentes na Rede D’Or. Para que fosse possível a realização do trabalho em questão, algumas análises foram empregadas para mapear de que formas o cérebro dos indivíduos analisados se comportava em relação à concepção dos valores morais.

Ao longo de muitas décadas o modo de agir das pessoas interessou aos cientistas. Estes, por sua vez, estavam em busca de respostas acerca de quais seriam os fatores que ocasionariam os mais variados tipos de comportamento. Dentre o que os estudiosos levavam em conta para direcionar suas pesquisas, estavam influências sociais e ambientais. No estudo coordenado por Jorge Moll, entretanto, o fator preponderante foi aquele baseado nas reações físicas que poderiam estar por trás de algumas ações humanas consideradas altruístas, sem atribuir grande importância aos elementos que envolveriam o homem no seu convívio em sociedade.

A equipe de Jorge Moll constatou, dentre outras coisas, que a moral humana está muito mais ligada ao modo como o cérebro é fisicamente estruturado do que se pensava há muitos anos. Segundo o neurocientista, traços de caráter neurobiológico determinariam as causas de alguns comportamentos considerados positivos. Embora se tenha descoberto que a origem das ações altruístas é de natureza biológica, o que explicaria o fato de algumas pessoas serem moralmente melhores que outras é a maneira como cada uma atribui valor ao que é considerado bom ou não, algo que se dá também por fatores externos à mente humana.

Os valores positivos presentes na moral dos indivíduos é um dos temas estudados pelos cientistas da Rede D’or, mas outras pesquisas envolvendo emoções humanas dividem as atenções dos pesquisadores da instituição. Em um dos casos, estudos procuravam elucidar a natureza dos sentimentos afiliativos, ou seja, aqueles que causavam nas pessoas a intenção de formarem grupos sociais. Estes agrupamentos, por sua vez, são formados exclusivamente pelo desejo que os indivíduos têm de estarem próximos a quem lhes agrada, sem considerar a própria família.

Com base em recentes descobertas, Jorge Moll e sua equipe puderam concluir que um longo e lento processo de evolução do homem desencadeou a atual maneira como as pessoas elaboram biologicamente os sentimentos morais. O grupo de cientistas apurou que um mecanismo com reações bastante complexas dentro da mente humana é o responsável pelo surgimento desse tipo de emoção. Apesar da concepção dos valores morais ocorrer de modo semelhante para cada um, suas aplicações podem ser variadas e até mesmo inexistentes, já que alguns não lhes atribuem relevância.

Exames realizados com o uso de ressonância magnética tornaram possível que os cientistas conduzidos por Jorge Moll pudessem esclarecer o processo que desencadeia os sentimentos altruístas nas pessoas. Dessa forma, a equipe de estudos conseguiu medir o ritmo que as atividades cerebrais assumiam em se tratando de emoções dessa natureza.

 

Estudo revela que os mamíferos eram animais noturnos antes da extinção dos dinossauros

Uma pesquisa publicada na revista “Nature”, revelou que antes da extinção dos dinossauros há cerca de 66 milhões de anos atrás, os mamíferos que viveram nessa época e que são os ancestrais dos que existem atualmente, eram animais noturnos.

O estudo foi coordenado pela UCL (University College London), localizada no Reino Unido e pelo museu da Universidade de Tel Aviv, situado em Israel. Os pesquisadores conseguiram determinar a ocasião em que os mamíferos mudaram os seus hábitos noturnos para diurnos, e eles também conseguiram descobrir que espécies mudaram os seus hábitos primeiros.

Essa pesquisa consegue comprovar um dos princípios evolutivos mais antigos, que declarava que os ancestrais dos mamíferos eram todos animais noturnos.

Os pesquisadores estudaram as informações de mais de 2.400 espécies de mamíferos da atualidade, utilizando cálculos para refazer possíveis padrões de hábitos dos seus ancestrais.

Eles verificaram também duas árvores genealógicas diferenciadas desses animais, que possuem linhas temporárias alternativas para a sua evolução.

As respostas mostraram que esses animais passaram a ser diurnos, pouco tempo depois do desaparecimento dos dinossauros no planeta, mas eles também concluíram que essa transformação não aconteceu rapidamente.

Existiu uma época transitória de milhões de anos, e os mamíferos durante esse período apresentavam hábitos diurnos e noturnos, correspondendo com a série de ocorrências que culminaram com o desaparecimento dos dinossauros.

Os pesquisadores ficaram surpresos quando a relação entre a extinção dos dinossauros e o início do hábito diurno dos animais, foram descobertas. Eles fizeram diversos estudos e tiveram as mesmas respostas, mesmo depois de utilizarem diversos exames alternativos.

Roi Maor, da UCL e da Universidade de Tel Aviv, e também autor principal da pesquisa, descobriu juntamente com a sua equipe que os ancestrais de espécies como  gibões,  gorilas e saguis, foram um dos primeiros animais mamíferos que deixaram os seus hábitos noturnos.

Um dos fatores que fizeram os pesquisadores chegarem a essas conclusões, é de que somente esses primatas, realizam acomodações evolutivas para conseguir enxergar melhor no período diurno. De acordo com os pesquisadores, a sua qualidade de visão é parecida com a das aves diurnas e a dos répteis, que são animais que vivem no período diurno durante toda a sua existência.

 

Infecção por dengue pode criar imunidade contra o zika diz estudo

 

Um estudo desenvolvido pelo Instituto de Arboviroses da Universidade de Wenzhow na China, em parceria com outras instituições conclui que após uma pessoa ter sido contaminada por dengue ela cria imunidade que a protege contra o vírus da zika.

O estudo utilizou ratos como cobaias e eles foram divididos em dois grupos, sendo um contaminado com o vírus da dengue inicialmente e se recuperado e infectados pelo zika e no outro grupo, os ratos foram contaminados pelo zika vírus sem terem sido infectados pelo vírus da dengue. Os camundongos que tiveram a dengue desenvolveram uma proteção cruzada, um termo que é utilizado na transferência de microrganismos.

A existência de linfócitos T CD8, que são células de defesa que são formadas após a contaminação da dengue também foram observadas. O grupo com infecção anterior ao da dengue, nos resultados apresentaram uma carga reduzida do zika nos seu organismo.

Após os testes, os pesquisadores acreditam que a imunidade adquirida pelas cobaias após a infecção da dengue pode bloquear casos de infecções graves pelo zika e até mesmo a microcefalia nos bebes em que as mães tiveram zika e nunca desenvolveram a doença. Um dos autores do estudo, Sujan Shresta publicou uma nota dizendo: “Em países endêmicos para a dengue, isso pode explicar a razão pela qual algumas pessoas infectadas com zika não desenvolvem a doença , esse fator também pode ser parte do porquê não é toda a mulher com zika que transmite a infecção para o bebê.”

Os anticorpos presentes em uma infecção pode ser a explicação do porque nem toda mulher transmite a doença para ofeto,e também o motivo de algumas pessoas infectadas não desenvolverem a doença.

A ação dos linfócitos T CD8 que estão presentes na defesa das infecções pela dengue e zika podem ajudar os cientistas em rumos novos com as pesquisas de vacina. Até hoje os testes com as vacinas contra o linfócito B, produzem anticorpos somente após o contato com a infecção, porém as células tipo T possuem uma ação direta no microrganismo atingido antes da infecção.

 

Saiba mais sobre o presidente da JHSF, o executivo José Auriemo Neto

José Auriemo Neto nasceu na cidade de São Paulo, e antes de completar 30 anos, alcançou a função de presidente da incorporadora JHSF, uma empresa criada décadas antes pelo seu pai, Fábio Auriemo. Mesmo sendo muito jovem, Zeco, como é conhecido pelos mais próximos, assumiu a responsabilidade que lhe foi concedida e se dedicou incansavelmente a rotina da empresa desde então

Desde muito cedo José Auriemo Neto já passou por experiências que ajudaram a desenvolver o seu espírito de liderança e uma visão apurada sobre os mais diversos aspectos. Como exemplo disso, ele foi um dos participantes da Convivência Internacional de Jovens sediada no Japão, e também morou por algum tempo na Europa enquanto jogava futebol amador no país.

No momento de iniciar a universidade, Zeco optou por fazer Engenharia, passando para a Faculdade de Engenharia de São Paulo. Contudo, antes do término do curso, José Auriemo Neto escolheu trancar a faculdade e se dedicar a empresa da família, na qual ele já vinha trabalhando desde os 17 anos de idade, e percebeu que era isso o que realmente queria para o seu futuro

A JHSF alterou seu posicionamento no mercado a partir dos anos 90, quando passou a investir no ramo da incorporação. Isso permitiu que a empresa se desenvolvesse de forma sólida e constante, ao ponto de se tornar em alguns anos uma das maiores do país nessa área. Nos dias de hoje, a incorporadora possui o controle de estabelecimentos em várias cidades de São Paulo, Manaus, Salvador e também em Punta del Este, no Uruguai. Esses estabelecimentos consistem em prédios comerciais, condomínios de luxo e centros comerciais como o Shopping Metrô Tucuruvi.

Liderada por José Auriemo Neto, a empresa da família começou a investir no ramo da incorporação de alta renda, um setor que tinha um amplo potencial para se desenvolver no país durante os anos 2000. Nesse segmento, a JHSF apostou no projeto do Parque Cidade Jardim, um enorme empreendimento multifunções de luxo situado na Marginal Pinheiros. A localização do espaço inclusive chegou a gerar muitas controvérsias por parte dos analistas, os quais consideravam essa região da Grande São Paulo como imprópria para receber um estabelecimento de luxo.

Mesmo com as críticas, o empresário deu continuidade a essa ideia e investiu na compra do imenso terreno para a construção do Parque Cidade Jardim. Após ter sido finalizado, fazem parte do complexo um shopping center de luxo, nove prédios residenciais, quatro torres comerciais, restaurantes, academias e um prédio onde alguns andares são uma sede do hotel de luxo Fasano.

Ao tempo em que construía a sua carreira de sucesso, José Auriemo Neto formou uma linda família com Mariana Landmann Auriemo, que é a mãe dos filhos do executivo. Apesar de todos os compromissos diários, Zeco não deixa de dedicar parte do seu tempo para a família, se esforçando para seguir uma rotina familiar com os filhos. Já durante as folgas, o empresário gosta de jogar golfe, esporte que ele passou a admirar mais recentemente, depois de adulto.

Nova resolução permite a divulgação dos nomes dos agentes de trânsito do país

O Ministério das Cidades informou no dia 30 de outubro que os agentes de trânsito terão seus nomes informados na internet para que os proprietários de veículos possam buscar informações em caso de recebimento de multas. A resolução feita pelo Contran – Conselho Nacional de Trânsito, determina que os órgãos responsáveis pelo trânsito do país divulguem uma lista com nomes e códigos que identifiquem os agentes de trânsito ou outras autoridades que trabalham na fiscalização para consulta na internet. As informações deverão ser divulgadas em forma de listagem para que os usuários possam realizar pesquisas e identificar o autor da multa.

O presidente do Contran e também diretor do Denatran – Departamento Nacional de Trânsito, Elmer Vicenzi, disse sobre a nova resolução: “O intuito é ter mais transparência no processo e a garantia de ampla defesa, ou seja, no âmbito do Auto de Infração de Trânsito, isso possibilitará ao infrator ter acesso a todos os meios necessários à sua defesa”.

Segundo a resolução, os órgãos ainda deverão divulgar os dados no SNT – Sistema Nacional de Trânsito. A nova medida estabelecida prevê a divulgação de todos os agentes de fiscalização que trabalham no trânsito, incluindo os que trabalham em entidades executivas e órgãos de trânsito, sendo válido também para os policiais, segundo o Ministério das Cidades.

O governo ainda informou que a resolução que já está em vigor tem como principal função garantir ao cidadão a total transparência por de trás dos processos administrativos ou judiciais em relação aos seus interesses. Além disso, o cidadão terá mais garantias para manifestar seus direitos em processos relacionados a autuação no trânsito.

Vicenzi disse sobre a nova resolução: “A determinação, além de visar à ampla defesa, contraditório e transparência, possibilita verificar a eficácia do ato, contribuindo para a segurança jurídica dentro da Administração Pública”.

Uma outra mudança relacionada aos agentes de trânsito também foi aprovada pelo presidente Michel Temer, que autorizou o porte de arma de fogo para os agentes de trânsito em todo o país. A medida tem como objetivo dar mais segurança aos agentes nas fiscalizações de trânsito.

 

Por que o ócio requer atenção especial de especialistas?

Falta de motivação, alteração de peso, indiferença diante das coisas… Preguiça? Ou depressão?

Aos olhos descuidados de muitos,os sintomas podem ser associados a preguiça ou comodismo, enquanto para outros ( precipitados ou pouco informados), motivo de julgamento e discriminação.

O que muitos ainda não atentaram, é que pode ser um problema sério de saúde.

Abrindo os olhos

O ócio pode ser uma reação natural do corpo diante de uma alta carga de estresse proveniente do trabalho ou do dia a dia, no entanto, quando a preguiça,sono, indiferença, apatia são apresentadas por um período prolongado e passam a prejudicar seu desempenho no ambiente de trabalho ou convívio familiar, é recomendável a busca por ajuda de um profissional.

Doenças associadas

Algumas doenças possuem sintomas que podem ser confundidas com preguiça, desmotivação, apatia. Estas doenças vão assumindo o controle de nosso bem-estar gradualmente e se não diagnosticadas e tratadas, podem trazer consequências mais graves. As doenças comumente confundidas com preguiça podem ser,por exemplo:

  1. Depressão

Atingindo quase dois milhões de pessoas por ano no Brasil, a DDM( Distúrbio Depressivo Maior), ou simplesmente depressão, é uma doença caracterizada pela perda de interesse, desmotivação, tristeza constante e outros sintomas que podem comprometer o ciclo do sono, apetite, concentração e autoestima. Pode ter sua causa em distúrbios biológicos, psicológicos, ou eventos ambientais. É tratada com acompanhamento psiquiátrico, antidepressivos e terapias.

  1. Narcolepsia

As pessoas acometidas pela narcolepsia tem um distúrbio no sono, ainda que tenha dormido bem durante a noite. Estas pessoas adquiriram a doença pela genética e podem adormecer de forma súbita a qualquer momento e em qualquer condição. O tratamento requer o uso de medicamentos recomendados por um especialista.

  1. Síndrome da fadiga crônica

É uma doença incurável, mas controlada com medicamentos, que acomete muitas mulheres através de causas – provavelmente genéticos ou ambientais. Sua causa ainda é desconhecida e seu tratamento inclui medicamentos, terapia de esforço ou cognitivo. Entre os sintomas, podem surgir dores e cansaços constantes, além de sono permanente.

FINALMENTE

Seja qual for seu problema, antes de recorrer a conclusões precipitadas, busque uma orientação médica e busque o tratamento adequado rapidamente.